Horto do Fonseca passa por dedetização na última terça

Agentes isolaram as áreas onde estava sendo aplicado o produto. Foto: Marcelo Feitosa
Funcionários e frequentadores reclamaram do problema de pulgas no local, sendo solicitada a intervenção imediata da Vigilância Sanitária. Local é utilizado para lazer

O Departamento de Vigilância Ambiental e Controle de Zoonoses realizou na última terça-feira o serviço de dedetização no Jardim Botânico de Niterói, conhecido também como Horto do Fonseca, na Zona Norte de Niterói, para controlar a infestação de pulgas no local. O problema, constado por frequentadores e funcionários dos diversos órgãos sediados no espaço, recebeu atenção do órgão e da Administração Regional da Zona Norte, em função do local ser considerado uma das principais áreas de lazer da região.
Funcionários do Instituto Baía de Guanabara (IBG) também sentiram o reflexo da infestação, que apesar de não ter afetado o prédio pode ser claramente sentido na área externa na instituição e no estacionamento.
Segundo o administrador da Zona Norte, Leonardo Reis, funcionários e frequentadores também reclamaram do problema, sendo solicitada a intervenção imediata da Vigilância Sanitária.
“Nossa sede fica dentro do Horto do Fonseca, por isso ouvimos vários relatos sobre a infestação de pulgas, principalmente na área próxima aos vestiários e ao IBG”, orientou Leonardo.
Extermínio – Para combater os parasitas, que além de provocar uma forte coceira também são transmissores de doenças graves, como tifo e peste bubônica, os agentes da vigilância sanitária utilizaram produtos químicos, com foco não só nas pulgas, mas principalmente no extermínio de linfas e pulpas para evitar uma reinfestação. Para execução do trabalho foi realizada uma vistoria nas áreas do Horto, buscando locais que pudessem conter ninhos.
Durante a dedetização, os agentes isolaram as áreas onde estava sendo aplicado o produto, contudo não houve necessidade de interromper a visitação ao Horto nem de suspender o trabalho dos órgãos sediados no local.

Por: Paula Valviesse O FLUMINENSE