Confronto no Caramujo deixa um morto

Confronto no Caramujo deixa um morto


Uma operação, desencadeada nas primeiras horas da manhã de sexta-feira, no Complexo do Caramujo, Zona Norte de Niterói, resultou em confronto.
Os criminosos levaram a pior diante de várias guarnições do Batalhão de Operações Especiais (Bope), Batalhão de Ações com Cães (BAC), e do Batalhão de Choque (BPChq), e um homem moreno, com cerca de 30 anos, ainda não identificado, foi baleado e morreu ao dar entrada no Hospital Estadual Azevedo Lima (Heal), no Fonseca. Com ele, a polícia apreendeu uma pistola calibre 9 milímetros, uma capa de colete e um celular. Até o fim da manhã de sexta-feira, os militares continuavam vasculhando o conjunto de favelas da região.
A ação ocorreu no mesmo dia em que a cidade foi beneficiada com a implantação e inauguração de uma Companhia Destacada da Polícia Militar, em Pendotiba. Agindo com rapidez, os militares, com auxílio de cães farejadores, chegaram na localidade e foram recebidos a tiros pelos criminosos. Houve revide e um suspeito armado foi baleado. Socorrido e levado para o Heal, acabou falecendo ao dar entrada na unidade. Os policiais continuaram a vasculhar a região e até o fim da manhã de sexta-feira não havia registro de apreensão de drogas ou presos na ação. O fato foi registrado na Divisão de Homicídios de Niterói, São Gonçalo, e Itaboraí (DHNISG).

Outras operações
As incursões policiais têm sido frequentes no Complexo do Caramujo. No dia 6 de janeiro, uma outra operação no Complexo do Caramujo, resultou na apreensão de dois adolescentes, duas pistolas, 235 pedras de crack e um rádio transmissor. A ação foi desencadeada após informes encaminhados pelo Serviço Disque-Denúncia e após um ataque de criminosos à sede do Destacamento de Policiamento Ostensivo (DPO) da região. As incursões contaram com apoio de um veículo blindado - o “Caveirão” - e helicópteros do Grupamento Aeromóvel (GAM). Houve confronto e um suspeito morreu.
De acordo com o comandante do 12º Batalhão (Niterói), tenente-coronel Gilson Chagas, a região vem sendo alvo de constantes ações de repressão. As operações tem como objetivo identificar criminosos e reprimir o ação de traficantes que atuam na área, e indiretamente combater moutras modalidades de crimes, como roubo de veículos e a pedestres, por exemplo.


Por: Augusto Aguiar  Atribuna