GESTÃO E LIDERANÇA





 Rafael Fernandes



fernandesrafaell@gmail.com






Por Rafael Fernandes 26-03-2013 


Grupinhos, panelas e afins.

                Olá, sei que dei um intervalo um pouco grande entre um post e outro, mas as coisas estão meio corridas e difíceis ultimamente. O que venho compartilhar com vocês hoje é uma situação que acontece desde a infância até a idade adulta, sendo que na infância e adolescência isso até ajuda, mas passou disso, torna-se um problema, principalmente nas organizações, a famosa “panelinha”. Pense numa equipe de atendentes que atuam o dia inteiro com o cliente por telefone e acima deles um supervisor e um coordenador, o supervisor “seleciona” seus preferidos e dá mais atenção a eles, ao aparecer uma oportunidade ou de crescimento ou de realizar uma tarefa que vá contar pontos para que a carreira da pessoa melhore ele indica seus selecionados, e quem está fora desse seleto “grupo”, que se esforça, estuda, se compromete, cumpre tudo que lhe é incumbido? Esse é um sério problema que todos nós passamos um dia, se não passamos, passaremos.
                E o papel do coordenador, do líder desse povo, o que ele faz? A atitude primária é repreender tanto subordinados quanto supervisão, isso é exclusão e só vai piorar a imagem do supervisor que almeja crescimento e do subordinado que vai ser conhecido como protegido (ou o “paga pau” ou “pela-saco” nas linguagens mais coloquiais) daquele supervisor e assim caminha-se para um declínio de uma equipe que vai ter seu relacionamento abalado e isso causa desconfiança
                O que se precisa é de líderes, não ocupantes de cargo fazendo figuração, precisamos de gente que saiba lidar com gente, que observa quem pretende algo melhor pra si e para a empresa, quem tem dificuldades mas se esforça, quem está de brinca demais, observa também como podemos motivar a equipe para que os resultados melhorem e assim tudo ande em harmonia, mas sem cair no marasmo.

                Espero que gostem e que estejam gostando dos meus artigos, divulgue pelo Facebook,  Twitter ou Google+, indique para amigos, comente abaixo, opine, dê ideias que serão todas bem vindas para que possamos debater sobre os assuntos desse e dos outros artigos. Até mais!













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Por Rafael Fernandes 19-02-2013 

Na medida do impossível, tudo na mais perfeita desordem.

Estabilidade no emprego, tranquilidade, normalização das situações, perfeito não é?! NÃO! Nem um pouco.Todos sonham em passar por isso um dia, ficar tranquilo, estável, ganhando relativamente bem, mas essa normalidade toda te leva ao conformismo e a acomodação, de querer tudo calmo, nada de anormal acontecer, tudo na paz e aí você não está preparado para mais nenhuma situação no “mundo lá fora”, sempre procurando essa calma toda e aí, na primeira situação difícil se desespera e tudo isso te leva à: Estagnação, sim, estagnação, não anda pra frente e pode ser que ande pra trás. Edentro de uma organização temos dois tipos de funcionário estagnado, o “estagnado funcional”: ele não cresce, não tem motivação para crescer, e exerce sempre a mesma função, mas rende algo para a empresa ainda(mesmo que seja pouco) e temos o “estagnado prejuízo”, que tem as mesmas características do estagnado funcional, mas com um adicional de desmotivação tanto para crescer quanto para exercer sua função.
Liderando uma equipe pode se perceber uma situação entre a estagnação e o crescimento, a reclamação, e daí podem reparar quem reclama com razão e sem ela. Os estagnados reclamam que o salário é baixo, que as condições são ruins e que a carga de trabalho é muito alta (é muito fácil ficar sentado no seu “trono” esperando o mundo mudar para você, difícil é aceitar a condição, não se conformar e ir à luta para melhorar), os que têm vontade de crescer profissionalmente reclamam que não está sendo seguido um procedimento, não está sendo respeitado algum processo e procuram com ideias melhorar as condições.
 Concluindo, a hora que você líder conhecer melhor a sua equipe e saber pelas atitudes de seus funcionários quem quer crescer e quem só quer reclamar, você poderá tentar motivar os estagnados (ou afastá-los da equipe) e premiar os que estão correndo atrás de melhorias. E funcionário, não se conforme e concorde com tudo, questione, “bata na tecla”, veja o que pode melhorar, se embase e dê uma possível solução em contato com seu chefe, assim todo mundo anda pra frente.
Até a próxima!