ESPORTES



Thiago Emerick
27 anos
Estudante de Jornalismo. Apaixonado por esporte, principalmente, pelo futebol, seja onde ele estiver sendo jogado. Sem fechar os olhos para outros direcionamentos, confesso que o esporte conduz meu olhar critíco e faz a veia jornalística pulsar mais forte.
Thiagoemerick@barretoonline.com 



Por Barreto Online 28/11/2013


Fla bate Furacão e é tri da Copa BR


 

Elias e Hernane fizeram os gols da vitória por 2 a 0 do Flamengo, na noite desta quarta-feira no Maracanã lotado, e do tricampeonato da Copa do Brasil. Mas Paulinho foi o verdadeiro herói, incansável, renegando a retranca que o Fla insistiu em fazer para segurar o 0 a 0, que permaneceu até os 40 minutos do tempo final.

Na prática, o time da Gávea só chegou à decisão pela força inegável da sua fanática torcida, pela covardia evidente dos adversários que recuaram sem necessidade para segurar resultado, e pelo imponderável do futebol, que permite a um time fraco superar as suas próprias limitações. Logo, não seria exagero afirmar que o Atlético repetiu os demais, demorando muito a se arriscar. E também acabou castigado. E dizem que camisa não ganha mais jogo.
Foi um jogo ruim, mas dada a circunstância de uma tensão formidável. O primeiro tempo foi de uma pobreza só. Se o time carioca errava passes em excesso, sem criar nada de útil, o Atlético mantinha uma cautela absurda para quem precisava fazer pelo menos um gol, apostando demais num contra-ataque fatal. Logo, não aconteceu nada além de dois chutes longos de Luiz Antônio, um deles no travessão.

     
Luiz Antônio, melhor em campo, acertou o travessão no 1º tempo (Foto: Bruno de Lima/L!Press)
E, na realidade, a etapa derradeira não apresentou mudanças, pelo menos nos primeiros 15 minutos, com as equipes marcando forte, restringindo o jogo a um duelo maçante na intermediária. Daí em diante, o Atlético, sem outra opção, ameaçou sem muito sucesso uma tímida reação, enquanto o Flamengo sinalizava assumir a retranca, trocando Carlos Eduardo por Diego Silva.
Daí, dada a necessidade, o time paranaense passou a apertar. O Flamengo não existia sob o aspecto ofensivo. E seu recuo era um autêntico suicídio, pois já não conseguia sequer reter a bola. Mas o Atlético descuidou demais e Elias, em jogada de Paulinho, sempre ele, fez 1 a 0. A equipe do Paraná partiu com tudo. Inútil. Nos acréscimos, Hernane enfiou 2 a 0. Fim de papo. Agora só falta reforçar - e muito - o time para a Libertadores.



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Por Barreto Online 24/05/2013  

LA SALLE É OURO NO VÔLEI FEMININO

LA SALLE É OURO NO VÔLEI

As partidas finais de vôlei dos Jogos Escolares de Niterói (JEN) foram animadas e também marcadas pelo nervosismo e a ansiedade. Tanto no masculino quanto no feminino, as equipes sofreram para conseguirem a vitória.
O primeiro jogo reuniu as donas da casa, o La Salle, e o Salesiano Santa Rosa. Ambos times jogavam bem, mas logo no começo do primeiro tempo a equipe do Salesiano, que saiu com a bola, marcou dois pontos. Em seguida o La Salle tentou, mas perdeu a jogada. Na ocasião, o técnico e professor das meninas do La Salle pediu a reação. A mensagem foi levada ao pé da letra e as atletas começaram a forçar as adversárias ao erro. La Salle conseguiu abrir diferença de sete pontos, que se manteve até o final do primeiro set.
Já o segundo set da partida veio com a reação imediata do Salesiano, que iniciou marcando mais pontos e demonstrando menos nervosismo. No entanto, pontos de saque fizeram o La Salle encostar no placar, até empatar com o Salesiano em 10 pontos. A disputa foi acirrada até o final, mas o Salesiano conseguiu levar a disputa para o terceiro set, vencendo por 25 a 23. A disputa continuou acirrada no último set, com as equipes se revezando à frente do placar. No final, La Salle errou menos e venceu por 15 a 13.
A premiação aconteceu ali mesmo na quadra, e os responsáveis pelos jogos – entre eles o Professor Luika, diretor do JEN – prestigiaram entregando as medalhas às alunas. O Henrique Lage ficou em terceiro. “O melhor jogo do Salesiano contra o Abel foi hoje. Fui uma surpresa”, disse Luika. A partida também teve a presença do secretário municipal de Esporte e Lazer, Marcelo Ferreira. “Achei um jogo duríssimo e bem disputado. Estou curtindo muito os Jogos Escolares e quero agradecer a vocês, da imprensa, a bela cobertura que estão fazendo”, disse o secretário.
Já no masculina, Salesiano disputou a primeira partida da final contra o Henrique Lage, que venceu por 2 sets a 1 e forçou um segundo jogo, já que o Salesiano tinha vantagem. A segunda partida acontecerá na segunda-feira, às 18h, na quadra do Salesiano Santa Rosa.
 


Por Barreto Online 24/05/2013  

GOLEADAS NO FUTSAL MASCULINO



GOLEADAS NO FUTSAL MASCULINO

Na tarde de ontem, na quadra do Fonseca Atlético Clube, aconteceram mais partidas dos Jogos Escolares de Niterói (JEN) na categoria futsal masculino e feminino.
No jogo do Henrique Lage contra o São Vicente, os ânimos começaram exaltados. Jogo corrido, com muita agilidade e técnica por parte do Henrique Lage, desesperou o São Vicente, que não conseguia ficar muito tempo com a posse de bola. O time de Icaraí reagia, mas em menos de dez minutos do primeiro tempo os alunos-atletas da Escola Técnica já fizeram dois gols para garantir o placar.
Sem torcedores nas arquibancadas e com uma garoa do lado de fora, o jogo transcorreu bem. Outros dois gols foram marcados ainda na primeira fase. Já no segundo tempo a partida contou com mais reação por parte do São Vicente, mas os alunos do Henrique Lage estavam dispostos a vencer e marcaram mais um, o quinto gol. Mesmo assim, com a cobrança de um pênalti a favor do São Vicente, surge o primeiro gol da escola de Icaraí. No fim, uma vitória de lavada do Henrique Lage. Para um dos jogadores do Henrique Lage, Pedro Dezerto, 18 anos, foi uma partida boa. “Nós jogamos muito bem e esperamos chegar na final”, disse.
Em outra partida, o Centro Educacional de Niterói (CEN) pegou o Miraflores, com partida agitada. Muito preparado, o CEN veio para levar a vaga na final e disputou a posse de bola com o adversário, que jogava bem mas não permitia, no primeiro tempo, o avanço do CEN.
Com quinze minutos de jogo o CEN fez seu primeiro gol. Miraflores, tentando evitar o crescimento do adversário na partida, consegue bloquear algumas bolas próximo à área, mas não evoluiu muito e não impediu os próximos gols. Próximo ao final do primeiro tempo, o até então invicto CEN levou seu primeiro gol, marcado por Lucas (camisa 10).
Para Rodrigo Abrantes, 16 anos, que defendeu o CEN e já joga no JEN há três anos, foi muito emocionante. “Se não ganhássemos não chegaríamos à final. Tínhamos que conseguir a classificação”, concluiu.
Até terça-feira da semana que vem os Jogos Escolares de Niterói estão sem agenda de jogos, voltando com as finais nas categorias de futebol soçaite e vôlei, no Praia Clube e no La Salle, respectivamente.

 

 

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Por Barreto Online 19/05/2013  

Com reservas, Fluminense conquista o bicampeonato de juniores sobre o Fla

VÍDEO Mesmo com derrota, Fluminense fatura o Carioca Sub-20
O Fluminense é bicampeão do Campeonato Carioca de juniores. Mesmo sendo derrotado para o Flamengo, por 1 a 0, na tarde deste sábado, em Moça Bonita, o Tricolor se amparou na vantagem de 3 a 0 conquistada no primeiro jogo, na semana passada, e conseguiu assegurar o título. O único gol da partida foi marcado pelo rubro-negro Fernandinho.
O Tricolor jogou desfalcado dos principais jogadores e de seu técnico. Logo após o primeiro jogo da decisão, parte da delegação viajou para a Europa para disputar amistosos e um torneio. O meia Eduardo, que já treina com os profissionais, foi o único que começou jogando na semana passada e neste sábado.

O JOGO

Ciente de que precisava de uma vantagem de três gols para conseguir o título estadual dos juniores, o Flamengo começou a partida com todo gás. Logo nos primeiros minutos, partiu com tudo para cima dos 'reservas' do Fluminense e aproveitou o fato de o adversário estar com um time desentrosado. A pressão teve êxito e, mesmo com um pênalti perdido por Thomás aos nove minutos, Fernandinho conseguiu abrir o placar no minuto seguinte.
Com o passar do tempo, porém, o Tricolor começava a se encontrar na partida. Somado a isso, os rubro-negros não conseguiram manter o ritmo dos primeiros minutos. Sendo assim, o confronto começava a ficar mais igual. Ainda assim, era o Fla que levava mais perigo quando chegava no ataque. Afinal, ao longo de todo o primeiro tempo o Flu não conseguiu fazer com que o goleiro Luan tivesse algum trabalho.
Na volta para a etapa final, o Tricolor teve a chance de empatar a partida e deixar o título bastante encaminhado. Mas o lateral-esquerdo Fernando, que já treinou algumas vezes com os profissionais, perdeu um gol de frente para Luan. Mas ao contrário da etapa inicial, os rubro-negros não conseguiram manter o ritmo ofensivo, mesmo precisando fazer dois gols para levar a partida para a disputa dos pênaltis.
Com uma boa vantagem, o Flu soube segurar bem o resultado nos minutos finais e em algumas oportunidades teve até a chance de empatar. A parte final teve princípios de confusão. Em menos de cinco minutos, dois jogadores foram expulsos: Lorran no lado do Flamengo e Magdiel no lado tricolor. Mas assim que soou o apito final, só teve festa pelo lado do Flu, o bicampeão estadual do Rio de Janeiro.
A partida contou com a presença de um time de futebol feminino da universidade norte-americana de Nashville. As meninas do Vanderbilt Commodores estão fazendo um período de jogos no Rio de Janeiro, assistiram a partida das arquibancadas de Moça Bonita e chamaram a atenção dos torcedores de Flamengo e Fluminense.

FICHA TÉCNICA
FLAMENGO 1X0 FLUMINENSE


Local: Moça Bonita, no Rio de Janeiro (RJ)
Data/Hora: 18/5/2013, às 15h
Árbitro: Felipe da Silva Gonçalves (RJ)
Cartões amarelos: Wallace (FLU); Recife e Fernandinho (FLA)
Cartões vermelhos: Lorran (FLA) e Magdiel (FLU)
GOL: Fernandinho, 10'/1ºT (1-0)

Flamengo: Luan, Digão, Fernando, Samir e Felipe DIas; Vitor Hugo(Lorran 31'/2ºT), Recife, Fernandinho(Romario 19'/2ºT) e Renan Donizette; Thomás (Douglas Baggio 29'/2ºT)  e Igor Sartori. Técnico: Cléber dos Santos

Fluminense: Matheus, Wallace, Marcelo, Ighort e Fernando; Willian, Bonilha, Robert(Magdiel / intervalo), Eduardo e  Matheus Regis(João Clériston 21'/2ºT); Denilson. Técnico: Edevaldo de Freitas


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 Por Barreto Online 16/05/201

JOGOS ESCOLARES: TOMA LÁ, DA CÁ

JOGOS ESCOLARES: TOMA LÁ, DA CÁ

O clima de tensão foi instaurado entre as equipes de handebol masculino do Salesiano Santa Rosa e da Escola Técnica Henrique Lage na partida que aconteceu no início da noite de ontem. O time do colégio católico mostrou rapidez e proatividade na quadra, virando o jogo sempre que o adversário se destacava na partida. Na arquibancada, assistindo o jogo, uma animada turma do Henrique Lage fazia coro com o nome da escola e alguns chegaram a criticar o árbitro, dizendo que ele estaria dando vantagens à equipe da escola técnica. O jogador de camisa 11 do Henrique Lage foi trocado pelo camisa 16, já próximo do fim do jogo. Para João Lucas, 17 anos, membro do Henrique Lage, “o jogo foi muito bom, bem equilibrado e as duas equipes são muito parelhas”, sinalizou o aluno.
Com a marcação acirrada, as equipes se movimentavam rapidamente para se livrarem da marcação. Embora o time do Henrique Lage tenha lutado para virar o placar, acabou perdendo por três gols, com o placar de 14 a 11 para o Salesiano.
Para o diretor dos Jogos Escolares, o professor Luika, que assistiu a partida, “a equipe do Henrique Lage está em seu terceiro jogo apenas. É um time bom, arrumado, mas acabou perdendo na experiência. Quando podia ter empatado o jogo, e chegou a dois gols, precipitou-se”, explicou.
Já no basquete feminino, o La Salle jogou contra o São Vicente. Com quase 25 minutos de partida, entrou Luiza, camisa 9, substituindo a jogadora camisa 7 no time do São Vicente. A aluna que vestia a camisa 7 do La Salle perdeu duas cestas. Na terceira tentativa, ela mesma conseguiu um ponto ao acertar a cesta. De todas as maneiras o time do São Vicente estava tentando contra-atacar, mas o La Salle atuava muito forte, sempre com o domínio da bola. Luiza, de 17 anos, que é da equipe do La Salle, participa há dois anos nos Jogos Escolares de Niterói e, desta vez, acreditava na vitória. “Neste jogo, cheguei um pouco atrasada porque estava no trânsito, mas a equipe está boa. Podíamos estar treinando mais, mas está bom”, concluiu. Ela estava certa. O placar final mostrava uma vitória esmagadora do La Salle, por 40 a 13 em cima do São Vicente.






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Por Barreto Online 10/05/201

No futsal, a força do Henrique Lage


No futsal, a força do Henrique Lage
 

Mais um jogo realizado na tarde de ontem no ginásio do Canto do Rio agitou a rodada de futsal feminino pelos Jogos Escolares de Niterói (JEN). As meninas do Henrique Lage mostraram superioridade e venceram as atletas do Centro Educacional de Niterói (CEN) por 3 a 1. Destaque para Giselle, autora de dois gols.
O jogo foi disputado, com as jogadoras do Henrique Lage dominando por completo a partida. No primeiro tempo, a goleira Ananda, do CEN, tentava evitar os gols, mas não foi feliz na sua missão. Logo no início do jogo, chute de Giselle após recuo errado da defesa do Henrique Lage quase abriu o placar. Pouco depois, Izabella mandou uma bomba e Ananda fez linda defesa. A pressão das meninas da escola do Barreto abriram o marcador: lance confuso dentro da área, Ananda soltou a bola nos pés de Giselle.
Sempre melhor no jogo, as meninas do Henrique Lage continuaram a pressão. Até que nova bobeada da zaga do CEN, que saiu errado, conduziu Giselle, que fez seu segundo gol.
Ainda coube o terceiro gol. Raíssa recebeu a bola, passou por uma marcadora e chutou alto, no canto: 3 a 0. Mesmo nervosas em quadra, o CEN conseguiu seu gol de honra, com um chute certeiro de Agatha.





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Por Barreto Online 06/05/2013 


SOBERANO! Botafogo vence o Flu e conquista o Campeonato Carioca

Alvinegro faz campanha perfeita na Taça Rio, vence o Flu com gol de Rafael Marques e se sagra campeão carioca de 2013; Glorioso chegou ao seu 20° título estadual

Acabou o Campeonato Carioca! Incontestavelmente, o título está em boas mãos - nas do Botafogo! O time de General Severiano derrotou o Fluminense por 1 a 0 na tarde deste domingo, em Volta Redonda, pela final da Taça Rio. Quis o destino que o gol do título fosse feito pelo antes desacreditado Rafael Marques, ainda no primeiro tempo.
Precisando apenas empatar para ser campeão, o Glorioso fez diferente do Vasco - na final da Taça Guanabara - e sequer fez uso do regulamento. Foi o 20º título carioca do Botafogo, que já se aproxima do Vasco, com 22 conquistas.

FLU TEM A BOLA, MAS O BOTAFOGO TEM O GOL
A partida começou tensa, justamente como uma final de campeonato costuma ser. Por conta disso, o árbitro do duelo, Marcelo de Lima Henrique, não economizou nos cartões. Aos seis minutos, Thiago Neves levou amarelo por se envolver em confusão na área do Botafogo. Cinco minutos depois, foi a vez de Wellington Nem e Gabriel serem amarelados.

Passado o início conturbado, o Fluminense, que jogava sem nenhum centroavante, começou a ter mais a posse de bola e, de certa forma, dominar mais o jogo. As constantes faltas e o estado irregular do gramado, porém, impediam que os dois times trocassem muitos passes. Aos 28 minutos, o Botafogo teve a sua primeira grande chance. Lodeiro carregou a bola pelo lado direito do ataque e deu uma bela enfiada para Rafael Marques. O atacante não titubeou e mandou para as redes. O árbitro, entretanto, anulou o gol - dando impedimento.
A resposta do Fluminense não demorou para acontecer. Aos 31, Rhayner tabelou com Wellington Nem e mandou uma bomba. Jefferson, bem posicionado, espalmou para escanteio. O goleiro alvinegro voltaria a protagonizar uma bela defesa cinco minutos depois. Após cobrança de escanteio, a bola bateu em Bolívar e foi em direção ao gol do Glorioso. O camisa 1 voou no canto esquerdo para defender.
E foi após um escanteio que saiu o primeiro gol do jogo. Lodeiro cobrou, a bola sobrou para Lucas, que, da intermediária de ataque, finalizou. A bola bateu em Dória e sobrou para Rafael Marques. O atacante, em posição legal, fez a festa da torcida botafoguense: 1 a 0.


O PÊNALTI QUE NÃO FEZ FALTA
  
A CAMPANHA DO FOGÃO
TAÇA GUANABARA
3x0 Duque de Caxias
0x0 Bangu
1x1 Fluminense
4x0 Audax Rio
3x1 Macaé
4x2 Resende
0x1 Flamengo
2x2 Boavista
2x0 Flamengo
1x0 Vasco
TAÇA RIO
4x0 Quissamã
2x1 Madureira
3x0 Vasco
3x0 Olaria
3x1 Friburguense
4x1 Nova Iguaçu
1x0 Volta Redonda
5x0 Resende
1x0 Fluminense
O segundo tempo começou movimentado e, assim como na primeira etapa, o Botafogo teve um gol anulado. Logo no primeiro minuto, Bolívar cabeceou para o gol, mas o árbitro anulou, novamente, alegando impedimento. Com o passar do tempo, a tensão dos jogadores foi aumentando. A prova disso foi o carrinho que Leandro Euzébio deu em Lodeiro, aos três minutos.
Aos oito, o Botafogo chegou ao ataque com uma boa troca de passes. Lucas tocou para Seedorf, que, na linha de fundo, cruzou rasteiro para trás. Rafael Marques entrou como uma flecha na área e chutou para fora. A equipe alvinegra, orquestrada pelo holandês, tinha calma quando estava com a bola nos pés e dominava a partida.

O primeiro bom momento do Fluminense aconteceu somente aos 22 minutos. Rhayner fez boa jogada individual, driblou dois adversários e chutou da entrada da área. Bolívar, com muita visão, se atirou em cima da bola e desviou para escanteio. Logo depois, Leandro Euzébio dominou a bola de frente para Jefferson, que saiu muito bem do gol e roubou a bola do zagueiro.
Querendo mudar o panorama do jogo, Abel Braga resolveu trocar Edinho por Felipe. No Botafogo, Rafael Marques deu lugar ao veloz Vitinho. Isso já aos 30 minutos. E ambos os times, que haviam jogado no meio de semana, começavam a demonstrar cansaço. E aos 35 minutos o Botafogo teve a grande chance de matar o campeonato. O árbitro anulou o gol de Dória, pois já havia apitado pênalti em Lodeiro. Seedorf, o melhor em campo, desperdiçou a penalidade ao chutar no travessão de Diego Cavalieri.
Mas o pênalti perdido não fez falta. Absoluto em campo, o Glorioso de General Severiano cozinhou a partida até o fim. Título garantido e indiscutível do Glorioso, que venceu todas as partidas da Taça Rio. Pode gritar "É CAMPEÃO", botafoguense!

FICHA TÉCNICA
BOTAFOGO 1 X 0 FLUMINENSE
Local: Raulino de Oliveira, Volta Redonda (RJ)
Data-Hora: 5/4/2013 - 16h (de Brasília)
Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (RJ)
Auxiliares: Dibert Pedrosa (RJ) e Ediney Mascarenhas (RJ)
Renda e público: R$ 445.575,00 / 12.485 pagantes / 15.516 presentes
Cartões amarelos: Gabriel e Marcelo Mattos (BOT); Thiago Neves, Wellington Nem, Edinho e Leandro Euzébio (FLU)
Cartões vermelhos: -
Gol:
Rafael Marques 40'/1ºT (1-0)
BOTAFOGO: Jefferson, Lucas, Bolívar, Dória e Julio Cesar (Lima 5'/2ºT); Marcelo Mattos, Gabriel, Lodeiro, Seedorf (Lucas Zen 44'/2°T) e Fellype Gabriel; Rafael Marques (Vitinho 30'/2ºT) - Técnico: Oswaldo de Oliveira.
FLUMINENSE: Diego Cavalieri, Bruno, Leandro Euzébio, Digão e Carlinhos; Edinho (Felipe 23'/2°T), Jean, Wágner e Thiago Neves; Rhayner (Samuel 37'/2°T) e Wellington Nem (Michael 25'/2ºT) - Técnico: Abel Braga.




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Por Barreto Online 29/04/201



Ai de Ti, Maracanã.


1. Ai de ti, Maracanã, que deste tuas costas ao clamor de tuas arquibancadas e soterraste tua geral humilde em busca das glórias vãs; céus e terra te negarão o sono, e 200 mil vozes hão de assombrar-te pelas noites.

2. Ai de tuas poltronas acolchoadas, ai de teus camarotes de luxúria, ai de tua soberba para poucos, porque para muitos te quis e para muitos foste erguido. Porque nem tua cobertura há de te esconder os teus inúmeros pecados quando minha ira se lançar contra ti.

3. Acaso não te lembraste do silêncio que te dei quando nasceste? Que te fiz carioca, mas te inaugurei paulista, para que soubessem que não és lar de ninguém? Acaso não te conduzi até a final do Mundial, para que fosses profanado pela Celeste estrangeira e calasses tua ambição desmedida? Não te testei timaços e timinhos pela régua das vitórias?

4. Não te consignei eu aos clássicos, porque eras neutro e palco perfeito, um lugar a ser conquistado no grito e no campo pelas quatro forças que ao teu redor orbitam, e pelos ídolos que desfilaram tantas cores? Pois hoje vejo que te prostituis a consórcios que não te conhecem, e não mais serás informado pela Suderj em teus vindouros telões de LED.

5. Enorme era teu campo, e encolheu-se; ampla era tua capacidade, e apequenou-se; agrandaste teu estacionamento e será imensa tua final, mas não como sonhavas quando aprenderam a te amar. Ai de ti, Maracanã, pois culparás os cabrais que não te deram dimensão exata nem te fizeram olímpico e pagarás com teu orçamento estraçalhado, teu parque aquático em deserto e tua pista soterrada.

6. E aqueles que te cantaram hinos aos domingos, ao se sentarem em tuas cadeiras numeradas, não te reconhecerão; e a nova torcida que terás tampouco tu hás de reconhecer. E eu hei de emudecer teu eco catedral à sombra de tua intrepável lona cobertora, para que sejas silencioso e ordeiro como um shopping de aeroporto.

7. E a própria bola te há de boicotar, e sobre teu tapete sentirás as dores de parto de inúmeras peladas que negarão a honra do teu nome. Pois serás Maracarena, serás Maraca-Não, serás rebatizado e deserdado em tuas tradições: os gentios rasgarão tua rede véu-de-noiva e vendê-la-ão aos pobres.

8. Ai daqueles que combinarem de se encontrar no Bellini, pois se perderão, com suas camisetas piratas e seus ingressos falsos repassados por cambistas torpes a custo de quatro dígitos, indo parar na Uerj. Nem assim teu banheiro será mais limpo do que foi nos dias de tua glória.

9. Selarei teu portão 18, e não mais se concederá tua imensa cortesia aos múltiplos conchavos, quando traficavas influência em teus corredores e escadas rolantes. Perpétua será tua dor, cativa será tua vergonha.

10. Desfraldai vossas bandeiras, uniformizados, porque só assim recordareis o espetáculo que fazíeis: tuas faixas darão lugar aos camarotes da luxúria, e teus cânticos não serão ouvidos no isolamento perfeito dos proseccos, mojitos e DJs, numa publicitária orgia no templo que virou programa.

11. E tu, Maracanã, com teus ouvidos de concreto lamentarás aqueles palavrões que sentados não bradamos, mesmo com o grito molhado na cevada, e gemerás em cada viga, em cada solda, em cada rejunte, no chapisco de teus muros, nos parafusos dos mais buchas, em cada cu que assentares (78 mil lugares?), na tua escassez de gigantismo a flagelar-te com a memória de quando eras mais nosso porque cabiam mais de nós.






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Por Barreto Online 24/04/201

 Sérgio Landau critica postura da Globo, mas não crê em perseguição

Landau - Botafogo (Foto: Satiro Sodre/AGIF)A decisão da Globo que trocou as datas das semifinais da Taça Rio atingiu em cheio as pretensões de visibilidade do Botafogo. Em conversa com a reportagem do LANCE!, o diretor-executivo do Glorioso, Sérgio Landau, afirma que até mesmo os patrocinadores do clube já estão perdendo a paciência com a emissora.

– Nós já reclamamos com a Globo, os patrocinadores já reclamaram conosco e com a emissora e a torcida também não perde a oportunidade para falar o que pensa. Não é novidade para ninguém que esta lógica tem sido prejudicial para o clube.

Mesmo irritado com a situação, Landau garante que não acredita em perseguição pelo lado da emissora. Para ele, existem interesses econômicos que precisam ser entendidos e respeitados:

– Não acho que seja algo pessoal, até porque a Globo é empresa e tem os interesses comerciais dela. Mas, dentro desta lógica de mercado, o Botafogo está sofrendo muito financeiramente.

Durante o Campeonato Carioca, a diretoria alvinegra já reclamou inúmeras vezes da falta de jogos do clube na televisão aberta. E, com a mudança na data das semifinais, a partida contra o Resende acontecerá no sábado e não terá a transmissão feita pela a emissora.

– Já virou normal. Quando você vê uma novela ruim, que não dá ibope nenhum, eles pegam os jogos de maior audiência e colocam sempre na quarta-feira, às 22h. É um jeito bom de se lucrar e fazer com que a novela pegue também – completou Sérgio Landau.

Maracanã pode virar a solução

O Botafogo segue esperando a definição da prefeitura quanto à interdição do Engenhão para tomar qualquer decisão sobre onde vai jogar no segundo semestre. Porém, dependendo do laudo que deve ser entregue na próxima semana, o Maracanã vira uma das opções mais viáveis.

De acordo com o diretor-executivo do Glorioso, Sérgio Landau, ainda é cedo para pensar em qualquer alteração na rotina do clube, mas é bom que o Alvinegro esteja preparado:

– Não sabemos se vamos fazer um pedido formal à federação para jogar no Maracanã. Mas tudo pode acontecer no que depender do laudo da prefeitura. Até lá, não vamos tomar nenhuma decisão. Porém quando sair o laudo, teremos de nos reunir. E o Maracanã é uma das opções mais pensadas por nós.

Além do Maracanã, as opções viáveis são o Raulino de Oliveira, em Volta Redonda, e o Moacyrzão, em Macaé. Porém, o clube ainda pensa em levar os jogos do Brasileiro para cidades alternativas, onde o Botafogo tem muita torcida.






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Por Barreto Online 01/04/2013

Com gol no fim, Flamengo perde para o Audax e se complica na Taça Rio

Aos 47 minutos do segundo tempo, Hyuri, atacante do Audax, tocou na saída de Felipe para determinar a primeira derrota de Jorginho no comando do Fla

Alex Silva - Audax x  Flamengo (Foto: Paulo Sérgio/LANCE!Press)
Com um gol aos 47 do segundo tempo, o Audax venceu o Flamengo na tarde deste domingo, em Moça Bonita, pela quarta rodada da Taça Rio. Com o revés de 2 a 1, o Rubro-Negro se vê cada vez mais distante da zona de classificação para as semifinais do segundo turno. O time da Gávea está seis pontos atrás do Flumiense, segundo colocado do Grupo B. O líder do grupo é o Resende, que tem 12 pontos. Já o Audax, por outro lado, venceu a primeira no returno e deixou a lanterna do grupo.
Na próxima rodada, o Rubro-Negro irá enfrentar o Duque de Caxias, sábado, às 16h, novamente em Moça Bonita. Já o Audax vai receber o Macaé, no mesmo horário, no Mourão Filho.

REPRISE DA RODADA ANTERIOR


Se Jorginho fez mudanças para que o Flamengo não repetisse os erros cometidos na partida contra o Bangu, o treinador, pelo menos no início do jogo deste domingo, não foi bem sucedido. Assim como na rodada anterior, o time rubro-negro sofreu um gol com menos de três minutos de jogo. Aos dois, após João Paulo não conseguir afastar um cruzamento, André Castro abriu o placar para o Audax. Pronto! O despero podia ser percebido facilmente no rosto dos jogadores rubro-negros.
Mais uma vez tendo de correr atrás do placar - só que nesta ocasião com uma equipe ainda mais jovem em campo -, o Rubro-Negro demorou para se organizar. Em meio à correria desordenada dos garotos, como Nixon, que começou na vaga de Hernane, e Rafinha, o time ficava sem um jogador que colocasse a bola no chão e fizesse com que a equipe se reorganizasse.
A primeira boa chance do Flamengo aconteceu somente aos 28 minutos. Com muita visão de jogo, Rodolfo encontrou Léo Moura, que, na linha de fundo, quase achou Nixon para empatar o jogo. Esse lance, porém, foi o único de lucidez do time rubro-negro. Para se ter uma ideia, Amaral era quem fazia a ligação entre o meio de campo e o ataque. Elias sequer foi notado em campo durante a primeira etapa.
Claramente insatisfeito com o rendimento do time, Jorginho deixou que o desespero tomasse conta dele. Aos 42, o treinador tomou uma atitude, no mínimo, precipitada: tirou Nixon, que havia barrado Hernane antes do jogo, para a entrada do próprio Brocador. Com isso, jogou a torcida contra o jovem atleta, que saiu cabisbaixo de campo.

TRISTEZA NO FIM

Os 15 minutos de intervalo fizeram bem à equipe rubro-negra, que voltou muito mais tranquila e organizada para a segunda etapa. A organização do time, inclusive, não demorou para ter uma consequência no placar. Aos oito, Gabriel, após receber passe de Rafinha, gingou na frente do zagueiro e deu um belo chute para empatar o jogo.
O gol de empate motivou Jorginho a mexer pela segunda vez no time. Aos 20, o treinador tirou Rodolfo, que vinha jogando razoavelmente bem, para a entrada de Carlos Eduardo. Com o passar do tempo, o jogo ia ficando mais perigoso. Buscando o gol da virada, o Flamengo dava espaços para o Audax jogar no contra-ataque. Percebendo isso, Jorginho fez a ultima alteração na equipe: Ibson entrou no lugar de Rafinha, para dar mais suporte ao meio de campo rubro-negro.
Aos 32, Carlos Eduardo cruzou na cabeça de Elias, que testou a bola na trave. Mas, embora esse lance tenha enchido os torcedores rubro-negros de esperança, foi a última boa chance do Flamengo no jogo. O pior estava por vir. Aos 47, quando o jogo parecia que ia ficar mesmo no empate, Hyuri determinou a primeira derrota de Jorginho no comando do Flamengo: 2 a 1 para o Audax.

FICHA TÉCNICA
FLAMENGO 1 X 2 AUDAX
Estádio: Moça Bonita, no Rio de Janeiro (RJ)
Data/hora: 31/3/2013 - 16h (de Brasília)
Árbitro: Eduardo Cordeiro Guimarães (RJ)
Auxiliares: Luiz Antonio Minuz (RJ) e Michael Correia (RJ)
Cartões Amarelos
: Alex Silva (FLA); Romário (AUD)
Cartões Vermelhos
: -
Público/Renda
: 2.005 pagantes/ R$ 49.640
GOLS: André Castro, 2'/1ºT (0-1); Gabriel, 8'/2ºT (1-1); Hyuri, aos 47'/2ºT (1-2)
FLAMENGO: Felipe, Léo Moura, Alex Silva, Renato Santos e João Paulo; Amaral, Elias, Gabriel e Rodolfo (Carlos Eduardo, aos 20'/2ºT); Rafinha (Ibson, aos 30'/2ºT) e Nixon (Hernane, aos 42'/1ºT). Técnico: Jorginho.
AUDAX: Rafael Sandes; Adriano, Anderson Luis, Fabiano Eller e Romário; Andrade, Leandro Bonfim e André Castro (Guilherme, aos 35'/2ºT); Denilson, Diego Sales (Hyuri aos 14'/2ºT) e Romulo (Wellington, aos 14'/2ºT). Técnico: Maurício Barbieri.












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Por Barreto Online 10/03/2013

Na primeira final de Seedorf, Botafogo conquista a Taça Guanabara




Botafogo campeão da Taça Guanabara (Foto: Cleber Mendes/LANCE!Press)O Botafogo mais uma vez precisava vencer. Assim como na semifinal contra o Flamengo, tinha contra o resultado do empate. E mais uma vez, foi atrás do único resultado que interessava. Diante de um Engenhão lotado, o Fogão derrotou o Vasco por 1 a 0 neste domingo, levantou a Taça Guanabara pela sétima vez e garantiu vaga na final do Campeonato Carioca.
O lateral-direito Lucas foi o heroi alvinegro. Próximo do fim da partida, aos 35 minutos, o camisa 2 estufou as redes do goleiro Alessandro para explodir a torcida botafoguense no Engenhão. O jogo deste domingo também marcou a primeira decisão do holandês Clarence Seedorf desde que decidiu defender as cores do Glorioso, em julho do ano passado. O craque começa com o pé-direito em General Severiano.

O JOGO

Com a vantagem de levantar o caneco empatando a decisão da Taça Guanabara, o Vasco começou a partida de forma recuada. O Cruz-Maltino conseguiu esta vantagem por ter feito uma melhor campanha na primeira fase do turno, benefício do regulamento do Carioca deste ano. Mas foi decepcionante a falta de ofensividade da equipe de São Januário na partida.
Apesar de estar recuado, a primeira boa chance de gol na partida desta tarde no Engenhão foi a favor do Vasco. Aos nove minutos da etapa inicial, Nei tocou para Eder Luis, que conseguiu um cruzamento preciso para Carlos Alberto sozinho na pequena área. Porém, sem ângulo para uma boa finalização, ele acabou mandando a bola na rede pelo lado de fora.

O Botafogo estava mais presente no campo de ataque durante grande parte do tempo - tanto que teve 62% de posse de bola no primeiro tempo, contra 38% de posse do Vasco -, mas esbarrava em erros no último passe e em até defesas do goleiro Alessandro, que foi um dos nomes da decisão por parte do Cruz-Maltino.
Prova disto foi aos 39 minutos. O arqueiro do Vasco fez milagre em finalização de Lodeiro. O primeiro tempo da final do primeiro turno do Campeonato Carioca terminou sem gols e com título indo para o Vasco, que não escondia o regulamento debaixo do braço.
O panorama do segundo tempo permaneceu praticamente o mesmo do apresentado antes do intervalo. O Botafogo continuava mais ofensivo, precisava da vitória a qualquer custo. E a primeira chance do Alvinegro apareceu aos cinco minutos, quando Seedorf cobrou falta na cabeça de Bolívar, que cabeceou para baixo, obrigando Alessandro a fazer mais uma grande defesa, apesar do auxiliar assinalar impedimento de forma correta.
Mais dois lances capitais para o Botafogo aconteceram antes do relógio marcar 12 minutos da etapa final. No primeiro, Lodeiro foi lançado na área e Alessandro chegou forte, derrubando o uruguaio na grande área. Os torcedores pediram a marcação do pênalti, mas o árbitro Wagner do Nascimento Magalhães acabou mandando o lance polêmico seguir. Na segunda, Lucas cruzou para Vitinho, que entrou no intervalo. O jovem alvinegro desviou para fora e desperdiçou uma ótima chance, em vez de ter trabalhado mais a finalização nesta jogada.
Aos 26 minutos, Carlos Alberto e Bernardo acabaram se desentendendo por causa de um lance e o clima esquentou no Vasco. Bernardo mandou a bola para Carlos Alberto que, ao invés de bater, tentou passar por três rivais e acabou tocando de volta para Bernardo. Porém, estava em posição de impedimento. Uma jogada equivocada que acabou mexendo com o ânimo do Cruz-Maltino nos minutos seguintes.

E o retrato disso ficou claro quase dez minutos depois da discussão, quando o Botafogo, que foi mais ofensivo do que o Vasco desde o início do clássico, marcou o gol do título com Lucas. Seedorf começou a jogada dando um bonito passe de calcanhar para o lateral Julio Cesar, que mandou a bola na área. Ela passou por todos e Bolívar a dominou e rolou para Lucas que não desperdiçou. Colocou o 1 a 0 no marcador a favor do Botafogo.
O Vasco chegou a balançar as redes do Botafogo, dando um susto tremendo nos botafoguenses. Só que o gol foi anulado de forma correta pela arbitragem, que assinalou impedimento do zagueiro Renato Silva, após rebote de Jefferson em cobrança de falta de Fellipe Bastos.
Não deu tempo de mais nada. Botafogo campeão da Taça Guanabara 2013 e de forma merecida, já que buscou o gol a todo minuto. Que o Vasco use o jogo deste domingo de lição para quando novamente tiver com vantagem do empate no futuro, não fique tão recuado e busque mais o gol para sair campeão de campo.

FICHA TÉCNICA
VASCO 0 X 1 BOTAFOGO

Estádio: Engenhão, no Rio de Janeiro (RJ)
Data/hora: 10/03/2013 - 16h (de Brasília)
Árbitro: Wagner do Nascimento Magalhães (RJ)
Auxiliares: Luiz Antonio Muniz de Oliveira (RJ) e Michael Correia (RJ)
Renda/público: R$ 1.617.180,00 / 32.770 pagantes
Cartões amarelos: Wendel, Eder Luis, Thiago Feltri, Abuda, Carlos Alberto (VAS) e Marcelo Mattos, Seedorf, Jefferson (BOT)
GOL: Lucas 35'/2ºT (0-1)

VASCO: Alessandro, Nei, Dedé, Renato Silva e Thiago Feltri (Fellipe Bastos 28'/2ºT); Abuda, Wendel (Dakson 38'/2ºT), Pedro Ken e Carlos Alberto; Bernardo (Romário 38'/2ºT) e Eder Luis. Técnico: Gaúcho.

BOTAFOGO: Jefferson, Lucas, Dória, Bolívar e Julio Cesar; Marcelo Mattos (Vitinho intervalo), Gabriel, Fellype Gabriel, Seedorf e Lodeiro (André Bahia 45'/2ºT); Rafael Marques (Bruno Mendes 21'/2ºT). Técnico: Oswaldo de Oliveira.









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Por Thiago Emerick 19/01/2013

A bola vai rolar 



A bola vai rolar nos campinhos surrados de grama ralada aqui na Guanabara querida. Sim, o Cariocão vai começar! E você, digníssimo torcedor de arquibancada, tv ou radinho, está empolgado? Tenho medo de perguntar, pois, começando por este humilde jornalista em evolução, a resposta é NÃO, eu não estou animado. Afinal, de que vale um título estadual?
               A pergunta é essa, não tem jeito. Entra ano e sai ano, buscamos sempre esta doída resposta, e nosso dirigentes, sempre dispostos a enterrarem nossa paixão, sufocam mais e mais nosso apertado calendário. Presenteiam-nos com uma tabela abarrotada de 16 times que estapeiam-se por quase 5 meses, afim de conquistarem o que, senão, perda de tempo. Principalmente, os quatro grandes, que deixam de faturar alguns trocados e aumentarem visibilidade em alguma excursão pela Europa ou Ásia, onde venderíam suas marcas para além de Madureiras, Bonsucessos, Olarias e afins. Nada contra as pequenas mas tradicionais instituições, afinal, possuem valor histórico, mas a verdade é que o Mundo mudou, e a profissionalização do esporte alcançou níveis estratosféricos. É preciso progredir!
                 Clubes  detentores de grandes torcidas, geradores de receita, necessitados de maiores expectativas, vêem de maneira limitada sua capacidade natural em vôos maiores. Ao menos no primeiro semestre, tornam-se reféns da politicagem feita por uma Federação que ainda administra, de maneira arcaica, os interesses de quem ainda aos trancos e barrancos, tráz a rentabilidade necessária para o bom funcionamento deste campeonato centenário.
                   E atrelado a tudo isso vem o torcedor. Pobre fanático, que vê o corte seco nas suas despesas ao deparar-se com preços exorbitantes para jogos sem graça e com pouca repercussão. E os engravatados não aprendem com erros de anos anteriores, pois, continuam elevando, sem o minímo de bom senso e principalmente, sem o minímo de compaixão com o combalido bolso do maior interessado,o torcedor.
                     Mas então, já que não temos escolha, vamos encarar tudo como preparação. Treinamentos de luxo visando para uns Libertadores, para outros, Copa do Brasil e para todos juntos, o Brasileirão. Afinal, mesa-redonda sobre futebol, independente do nível, é muito melhor que blá blá blá sobre Big Brother, não é? Ou não?





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O Vasco ficou bem próximo de quebrar uma escrita de seis anos sem vencer o Flamengo em Campeonatos Brasileiros, mas sofreu o empate no fim do clássico deste sábado, num vazio Engenhão, e ficou no 1 a 1 com o Rubro-Negro. Os gols da partida apática vieram de jogadas de bola parada.
O resultado leva o time do técnico Gaúcho aos 55 pontos e à sexta posição na tabela. Já o Rubro-Negro, que foi comandado pelo auxiliar Ivan Izzo nesta noite por conta da suspensão de Dorival Júnior, vai a 49 pontos e continua, pelo menos até domingo, no 11º lugar.


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Por Redação Barreto Online 24/11/2012


Bolas paradas definem empate entre Flamengo e Vasco no Engenhão


Bolas paradas definem empate entre Flamengo e Vasco no Engenhão

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Vasco x Flamengo (Foto: Alexandre Loureiro)O Vasco ficou bem próximo de quebrar uma escrita de seis anos sem vencer o Flamengo em Campeonatos Brasileiros, mas sofreu o empate no fim do clássico deste sábado, num vazio Engenhão, e ficou no 1 a 1 com o Rubro-Negro. Os gols da partida apática vieram de jogadas de bola parada.

O resultado leva o time do técnico Gaúcho aos 55 pontos e à sexta posição na tabela. Já o Rubro-Negro, que foi comandado pelo auxiliar Ivan Izzo nesta noite por conta da suspensão de Dorival Júnior, vai a 49 pontos e continua, pelo menos até domingo, no 11º lugar.




O JOGO
Com o público pequeno pela grandeza do clássico, o jogo começou muito morno. O Rubro-Negro até que conseguia ter mais posse de bola, mas sem efetividade. O primeiro lance de perigo veio aos seis minutos quando Hernane invadiu pela esquerda e desperdiçou uma boa jogada, isolando a bola.
Aos poucos o Vasco começou a se organizar e aos 15 minutos conseguiu um falta na entrada da área rubro-negra, mas cobrada muito mal por Fellipe Bastos, que chutou em cima da barreira. Depois disso, o Flamengo voltou a dar mais perigo. Wellington Silva cruzou rasteiro para a área, mas a bola passou por Hernane, que não conseguiu chegar a tempo de finalizar.
O jogo mudou de figura e voltou a ter algum gostinho do verdadeiro 'Clássico dos Milhões' quando Eder Luis invadiu pela esquerda e sofreu falta aos 33 minutos da primeira etapa. Nilton cobrou de longa distância com força e contou com a ajuda de Paulo Victor, que chegou atrasado, para abrir o placar do Engenhão. Quem acreditou que Cruz-Maltino teria domínio da partida até o invervalo se enganou. Fernando Prass salvou o time de São Januário com duas defesas espetaculares.
Querendo dar mais velocidade no time na segunda etapa, o Flamengo optou pela entrada do garoto Nixon na vaga de Hernane e Wellington Bruno no lugar do vagaroso Cleber Santana. Logo aos dois minutos, Ramon entrou pela esquerda da zaga adversária e foi calçado por Jonas. Ele reclamou, pedindo uma penalidade, mas o árbitro marcou apenas falta.
A chegada da chuva esfriou mais ainda o jogo. As duas únicas jogadas de perigo até os dez minutos foram duas subidas rubro-negras que o bandeirinha assinalou corretamente impedimento. Para tentar dar mais movimentação pelo lado vascaíno, Marlone entrou no lugar de Dakson, mas sem muito efeito. Mesmo com o jogo lá e cá, Ibson fez boa jogada aos 19 minutos, entrou na área e rolou para trás. Livre, Renato pegou muito mal na bola e chutou para fora.
Mas a noite, que parecia ser do goleiro vascaíno Fernando Prass, que ainda interceptou um cruzamento, mas a bola ficou viva na área e deu um chute para o alto para livrar o lance.
A noite parecia do goleiro vascaíno Fernando Prass, mas uma falha num escanteio no fim do jogo - relógio já marcava 41 minutos da etapa final - comprometeu sua atuação. Adryan cruzou, o camisa 1 cruz-maltino saiu mal, a bola bateu na cabeça do zagueiro rubro-negro González e entrou de mansinho no gol do Vasco. 

FICHA TÉCNICA
VASCO 1 X 1 FLAMENGO
Estádio: Engenhão, no Rio de Janeiro (RJ)
Data/Hora: 24/11/2012 - 19h30 (de Brasília)
Árbitro: Wagner do Nascimento Magalhães (RJ)
Auxiliares: Dilbert Pedrosa Moises (RJ) e Rodrigo Henrique Correa (RJ)
Público/Renda: 5.971/R$ 137.635,00
Cartões amarelos: Ramon e Wellington Silva (Flamengo), Nilton, Fernando Prass, Abuda, Jonas, Fellipe Bastos e Douglas (Vasco)
Cartões vermelhos: nenhum
Gols: Nilton, 33'/1ºT (1-0) e González 41'/2ºT (1-1)
VASCO: Fernando Prass, Jonas, Renato Silva, Douglas e William Matheus; Nilton, Fellipe Bastos, Marlone (Dakson 14'/2ºT) e Abuda (Max 24'/2ºT); Eder Luis (Carlos Alberto 18'/2ºT) e Tenório. Técnico: Gaúcho
FLAMENGO: Paulo Victor, Wellington Silva, Renato Santos, González e Ramon; Aírton (Adryan 22'/2º T), Renato, Ibson e Cleber Santana (Wellington Bruno - intervalo); Vagner Love e Hernane (Nixon - intervalo). Técnico: Ivan Izzo


 
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O Vasco ficou bem próximo de quebrar uma escrita de seis anos sem vencer o Flamengo em Campeonatos Brasileiros, mas sofreu o empate no fim do clássico deste sábado, num vazio Engenhão, e ficou no 1 a 1 com o Rubro-Negro. Os gols da partida apática vieram de jogadas de bola parada.
O resultado leva o time do técnico Gaúcho aos 55 pontos e à sexta posição na tabela. Já o Rubro-Negro, que foi comandado pelo auxiliar Ivan Izzo nesta noite por conta da suspensão de Dorival Júnior, vai a 49 pontos e continua, pelo menos até domingo, no 11º lugar.


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Por Redação Barreto Online 12/11/2012


 TETRA CAMPEÃO ! VALEU TIME DE GUERREIROS 



Festa do Fluminense nas Laranjeiras (Foto: Bruno de Lima)




O Fluminense é o campeão brasileiro de 2012! E a partida do título foi bem ao estilo do Fluzão. Com emoção e para "matar" os tricolores do coração. E, claro, com gols de Fred, artilheiro do Campeonato Brasileiro. Pode gritar "É campeão!" torcida do Tricolor das Laranjeiras. O camisa 9 marcou o primeiro e o terceiro gols da partida, que terminou 3 a 2 para o Flu. No segundo gol, ele cruzou e Maurício Ramos desviou para o gol. Barcos e Patrick Vieira marcaram para o Verdão, que se vê cada vez mais próximo da Série B.

O título contou com uma "ajuda" do rival Vasco, que empatou com o Atlético-MG por 1 a 1, em São Januário. E o torcedor do Flu pôde comemorar o seu quinto título nacional com três rodadas de antecedência, coroando uma das melhores campanhas da história do campeonato nacional. Que teve em Fred, artilheiro do campeonato com 19 gols, como grande referência. O segundo título brasileiro em três anos.

Já o drama do Palmeiras só aumenta. Com 33 pontos, está a sete da Lusa, primeira time fora da zona do rebaixamento. Faltando três jogos para o fim do campeonato, a salvação agora parece apenas um sonho, cada vez mais impossível de ser realizado.


FILME REPETIDO
A mudança feita pelo técnico Gilson Kleina no time titular - optou por colocar Obina ao lado de Barcos no ataque do Palmeiras e Luan no banco de reservas - confundiu o sistema defensivo do Fluminense no início da partida. Com a entrada do ex-jogador do Flamengo e Wesley na lateral direita no lugar de Artur, o Alviverde priorizou as jogadas aéreas buscando a dupla de centroavantes.
Do lado tricolor, Gum e Leandro Euzébio faziam de tudo para afastar o perigo. Em uma dessas jogadas, Carlinhos afastou e quase marcou contra, assutando a torcida do Flu em todo o Brasil.
O jogo seguiu nervoso por conta da situação das duas equipes - o Fluminense brigando pelo título e o Verdão tentando escapar da zona de rebaixamento. O Palmeiras teve mais volume de jogo, mas o Flu se segurou. E em um contra-ataque, o lateral-direito Bruno cruzou da intermediária e Fred cabeceou livre e sem sair do chão para ótima defesa de Bruno.
Como de praxe durante todo o campeonato, o Fluminense se defendeu bem, mas quando foi ao ataque assustou. Em uma dessas, Barcos apareceu livre na grande área para cabecear para fora. E o Flu respondeu aos 38 com uma cabeçada de Fred na trave esquerda de Bruno.
Quando tudo se encaminhava para um 0 a 0 no primeiro tempo, o artilheiro do Brasileirão surgiu. Wellington Nem recebeu ótimo passe de Rafael Sobis, chutou e Bruno defendeu. No rebote, Fred, sempre ele, mandou para a rede e abriu o placar no Prudentão.
O Palmeiras voltou para a metade final com Maikon Leite no lugar de Obina e pensando em dar mais mobilidade ao ataque. Mas nem deu tempo de o time se acertar.
Aos 8 minutos, Fred apareceu pela direita e buscou Sobis, que entrava dentro da área. Porém, o zagueiro Maurício Ramos se "antecipou" e botou para dentro das próprias redes: 2 a 0 para o Flu e a torcida se empolgou com gritos de "É campeão" em Presidente Prudente.
No lance seguinte, uma nota triste. Wellington Nem caiu em cima do braço direito e sofreu uma luxação no cotovelo. Ele saiu para a entrada de Marcos Júnior.
No tudo ou nada, Kleina colocou Luan no lugar de Marcos Assunção. E (quase) deu certo. Aos 15, Barcos diminuiu após confusão na área.
Aos 19, o Palmeiras, que ainda tinha o sonho de se livrar do, cada vez, mais iminente rebaixamento para a Série B, conseguiu o empate com Patrick Vieira. O Flu sentiu o golpe e a torcida esfriou.
O Verdão até teve a chance da virada, mas parou em uma grande defesa de Diego Cavalieri, em chute de Maurício Ramos na pequena área.
Prevendo que o pior poderia acontecer, Abel pôs Diguinho e Valencia em campo para fechar o meio de campo e segurar o resultado. O artilheiro do Brasileirão recebeu livre aos 37 e conseguiu jogar para fora. Parecia que o título seria decidido só no próximo domingo...

trio elétrico Fluminense chegada (Foto: Alexandre Durão / Globoesporte.com)O jogo em São Januário acabou com o empate que daria o título ao Flu com uma vitória. E ela veio...
Aos 42 minutos do segundo tempo, daquele jeito que o torcedor do Fluminense se "acostumou" nesta campanha. Jean cruzou e achou Fred, livre na marca da cal. O artilheiro, que já tinha perdido uma chance clara um pouco antes, não desperdiçou e, como se estivesse em um treino, só tocou para as redes do Palmeiras, selando a conquista.
O torcedor que já estava nas Laranjeiras pronto para a festa, continuou a festa. Que não tem hora para terminar! E que vai durar pelo menos mais três jogos, que servirão para o "tour" do título.

FICHA TÉCNICA
PALMEIRAS 2 X 3 FLUMINENSE
Local: Eduardo José Farah, em Presidente Prudente (SP)
Data-Hora: 9/11/2012 - 17h (de Brasília)
Árbitro: Leandro Pedro Vuaden (Fifa-RS)
Auxiliares: Carlos Berkenbrock (Fifa-SC) e Fabiano da Silva Ramires (ES)
Renda e público:
R$ 223.495,00 / 8.461 pagantes
Cartões amarelos: Luan e João Denoni (PAL) Jean e Carlinhos (FLU)
Cartões vermelhos: -
Gols: Fred 45'/1°T (0-1), Mauricio Ramos (contra) 9'/2ºT (0-2), Barcos 16'/2ºT (1-2), Patrick Vieira 19'/2ºT (2-2) e Fred 43'/2ºT (2-3)
PALMEIRAS: Bruno, Wesley, Maurício Ramos, Henrique (Román 24'/1ºT) e Juninho; Marcos Assunção (Luan 13'/2ºT), João Denoni, Correa e Patrick Vieira; Obina (Maikon Leite - Intervalo) e Barcos - Técnico: Gilson Kleina.
FLUMINENSE: Diego Cavalieri, Bruno (Diguinho 33'/2ºT), Gum, Leandro Euzébio e Carlinhos; Edinho, Jean e Thiago Neves; Wellington Nem (Marcos Júnior 13'/2ºT), Rafael Sobis (Valencia 23'/2ºT) e Fred - Técnico: Abel Braga.


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Por Thiago Emerick 08/09/2012


Quem rí por último, rí melhor...


E o jogo atrasado da décima quarta rodada, enfim, aconteceu. E o Flamengo sorriu contra o Atlético- MG, e levou felicidade para muitos outros clubes do campeonato. Principalmente, para o Fluminense, que mesmo sem entrar em campo, saiu fortalecido e manterá-se muito mais firme em prol do tri-campeonato brasileiro. Tudo bem que pelo lado das Laranjeiras não se vê ninguém soltando rojão, mas, em uma disputa tão acirrada e equilibrada como essa, abrir quatro pontos é motivo de alegria para um lado e alerta vermelho para os outros.
                         O time do Abel não faz um campeonato brilhante, apesar do alto nível de aproveitamento ( pontualmente falando), pois, dentro das quatro linhas o time ainda sofre com uma irregularidade gritante, ao ponto de perder ótimas oportunidades de ''disparar'' no campeonato jogando dentro de casa, por exemplo, contra o Atlético-Go, então lanterna da competição.
                         As contusões assombram vários jogadores, como o maestro Deco, que manteve-se afastado por um longo período devido a uma lesão muscular na coxa esquerda. Não fez lá uma grande partida contra o Náutico, em Volta Redonda, mas já projeta uma melhora no clássico contra o maior rival no próximo domingo, contra o Flamengo.
                         Abel sempre acreditou no potencial do luso-brasileiro, e agora, não poderia ser de outra forma, mostra com suas palavras que, a torcida pode confiar, pois, Deco vem com tudo para o jogão de domingo.

                        - A boa partida do Deco não é surpresa para ninguém. Ele está em uma condição muito boa mesmo após 11 jogos fora. A gente já percebeu como a bola sai com mais qualidade, girando de um lado para o outro. No próximo domingo com certeza estará bem melhor - explicou ao site Globo.com.
                         Portanto, é para o torcedor ficar tranquilo e ter paciência, o campeonato está encaminhado, não há dúvidas. Não existe segredos no futebol. O que vale para a montagem de uma grande equipe é, preparação, dedicação e sempre, sempre mesmo, investimento. Sem ele, principalmente, sem ele, nenhum clube chega a lugar algum.
                                          Um bom plano de saúde pode salvar vidas.
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Por Thiago Emererick 26/09/2012



Não vou mais falar do futebol chato



Não vou mais falar de futebol. Tudo bem, tudo bem, recomeçando, não vou mais falar do futebol chato. Aquele sem graça, sem cor, sem brilho. Portanto, chega de falar de arbitragem ou das péssimas administrações dos nossos queridos e amados dirigentes. Mas vai lá, tem muito torcedor que já bateu palmas para o mesmo que hoje nutre ódio mortal. É o lado passional que move nessas situações, ao menos, é isso que todos dizem no momento de aperto.
                   Agora falando sério, mais afundo nessas afirmações de que o esporte bretão está ficando chato, que ordem é essa da CBF em instruir seus árbitros a punirem atletas por comemorações empolgadas de gol? Mas Deus do céu, o gol não é o grande momento? Qualquer dia desses vão proibir o GOL! E o que ficará além do apito e as bandeirinhas? Pois sim, nesse ritmo destrambelhado, já já proibem a bola de ser redonda.
                   A cabeça dessa gente entendida(?) é absurda, inventam o que não há mais para inventar. E o torcedor, aquele que deixa a racionalidade em casa e leva para o estádio apenas o coração, padece na ilusão de acreditar que um dia, as coisas irão melhorar para ele e para o seu digníssimo clube.
                   Como entregamos nossos sentimentos mais exaltados nas mãos de mercenários e mequetrefes, que somente querem o gosto da ''verdinha'' que brota das catracas sujas e caquéticas dos nossos estádios empoeirados? Por que, Brasil? Por que?!
                    E quanto tempo falta para a Copa,hein? Mas senhor Charles Miller, responda de onde quer que você esteja, foi assim que imaginou que terminaria o jogo de bola que trouxeste de distante terra européia? Ah não, Charlinho. Tenho certeza que não queria isso. Você odiaria a mamãe poderosa FIFA, e seus eternos ''mamadores de teta'',como uma tal CBF!
                    Desculpe-me, se chegando agora ao final você termina o texto pensando: '' Mas ele disse que não falaria do futebol chato!'' Confesso, admito, sou um chato. Vou assistir uma partidinha de Bocha.
                   Boa Quarta, e um ótimo dia de futebol!


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Por Thiago Emererick 02/07/2012


O mundo futebolístico está atirado aos pés de Casillas, Xavi, Iniesta, Fernando Torres e outros mais.



Um bicampeonato da Eurocopa em 2008, depois, título inédito da Copa do Mundo, conquistado em 2010 na África do Sul, sobre a Holanda. E agora, julho de 2012, a Espanha mostra que nada é por acaso quando falamos em supremacia no futebol atual por parte da ''Furiosa''.

Goleada em cima da surpreendente Itália, por irresistíveis 4x0 neste último domingo, em Kiev, capital ucraniana, dão o tricampeonato europeu à uma seleção brilhante, de jogo vistoso e envolvente.
                                 O mundo futebolístico está atirado aos pés de Casillas, Xavi, Iniesta, Fernando Torres e outros mais. Alguns relutam, criticam o toque de bola demasiado, e até a final de ontem, esbravejavam que esta seleção fazia pouquíssimos gols. Mas e agora? Como explicar o placar elástico, construído com enorme facilidade?
                                 Um dos fundamentos primordiais dentro das quatro linhas, é saber passar, tocar a bola com eficiência. E isso aprende-se na escola. O garoto, pois mais habilidoso que seja, precisa aprender na base, que futebol é conjunto, e sem coletividade não chega-se à lugar algum. O Barcelona ( clube espanhol, veja só, base da seleção) possui em La Masia-sua fábrica de talentos- uma metodologia que não vemos, por exemplo, nos clubes brasileiros. Lá, o menino entende o futebol taticamente, e não como um simples peladeiro acostumado com tampões de dedos arrebentados pelo asfalto quente da rua. A cabeça começa desde cedo a ''mapear'' os atralhos existentes dentro do certame, e o jogo torna-se leve, mas condicionado. Sem desespero.
                                 Jogar bonito, independente do chapéu ou da caneta, é ter o controle da pelota e não permitir desarmes do adversário, por conta de precipitações ao levantar e abaixar a cabeça para olhar se a chuteira desamarrou ou não. A Espanha joga o fino, assim como o Barça, cansa o adversário, desnorteia esquemas táticos. Submetem as outras seleções ao desespero por lhe faltarem classe, ou coragem, ou talento.
                                A marcação já começa ao pé do ouvido do goleiro, e assim como no Futsal, todos rodam, todos jogam, todos marcam, e a impressão que passam é a de que correm em suas veias, energéticos dos mais poderosos, pois não se cansam jamais.
                                Diriam os saudosistas, que a Espanha de hoje, é o Brasil de 82 ou 86 que não ganhou, mas jogou bonito. Mas não, a Espanha é ela e só ela. Daqui à alguns anos, ela será a referência. E assim será porque ganhou, aliou a classe e a envolvência de jogar o belo, a materialização de levantar troféus. E isso é imprescindível para quem quer escrever uma grande história.
                              '' Habéis sabido ganar y ser buenos como equipo.''
                              E que venha a Copa das Confederações em 2013. 
                              Abre o olho, Mano Menezes.
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Quarta- Feira tenebrosa para os clubes do RJ
                          
As imagens de Fluminense 1 x 1 Boca Juniors (Foto: Bruno de Lima)                                    No Engenhão, aos 45 minutos do segundo tempo, o som do silêncio predominou no lado verde e grená, enquanto, no lado azul de amarelo-ovo a ''Boca'' cantante fez-se presente em um final de batalha épica. O Fluminense já pensava nas disputas de pênaltis,e o torcedor aflito, sentia que poderia ter segurança, principalmente na boa fase do goleiro Cavalieri.
                                  Ledo engano. O Boca não fez absolutamente nada, até o fatídico minuto quarenta e cinco. Durante todo o jogo, o Fluminense tinha a sensação de que ''mataria'' a partida à qualquer momento, tanto que não cansou e nem desistiu de atacar momento algum. Os buracos entre o meio de campo e a zaga eram notórios, mas arriscar era necessário.
                                 O tricolor foi grande, o tempo todo. Mas a velha máxima do futebol continua vigorando, e o ''quem não faz leva'' apareceu novamente. Um lance esquisito, bola nas duas traves, e '' El Tanque'', até então sumido, empurrou para as redes o sonho que ainda permanece vivo no coração tricolor, a América.
                                O que resta? Levantar a cabeça, respirar e transpirar o Brasileirão a partir de agora de maneira intensa. Pois é favorito, e a torcida, apesar do baque, não deixa de acreditar que os ''Guerreiros'' farão a diferença novamente.
                                                                 
De cabeça erguida
Corinthians x Vasco - Copa Libertadores - Eder Luis, Emerson e Fagner (Foto: Ari Ferreira)                                  No Pacaembú, o final de jogo foi intenso também. Coração na ponta da chuteira e
bola na cabeça do Paulinho. O Corinthians venceu o Vasco por 1x0 e classificou-se para as semi-finais da Libertadores, após 12 anos.
                                Jogo preso, truncado, amarrado, assim como no primeiro jogo, em São Januário, as equipes estudando ao máximo o adversário e todos os momentos sendo friamente calculados. O erro poderia custar todo um primeiro semestre, e foi exatamente o que aconteceu.
                                 Antes do gol crucial, o Vasco, através de Diego Souza, havia perdido uma chance magnífica. Após falha do lateral Alessandro, o meia vascaíno cruzou metade do campo de maneira solitária, parou de frente para o atabalhoado goleiro Cássio, porém salvador, e chutou para fora o primeiro passo para a classificação. A torcida sentiu que o pior ainda estava por vir, e veio.
                                  A zaga não subiu, e o ótimo Paulinho testou com força e certeza aquela que seria a jogada do ano para o Timão, pelo menos até o momento. Festa da torcida. Tristeza do lado carioca.
                                  O Vasco caiu de pé. Foi forte, nunca se omitiu, independente do adversário, fez valer a sua tradição. Dentro das suas limitações, disputou uma grande Libertadores e chegou longe. Assim como o Fluminense, tem tudo para fazer um excelente Brasileirão, pois se não tem os maiores craques, ao menos possui um time entrosado e extremamente aguerrido.
                                                    Que venha 2013. Próximas Libertadores virão.
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Por Thiago Emererick 20/05/2012

Estréia nada promissora
Ronaldinho Gaúcho - Sport x Flamengo (Foto: Antônio Carneiro)                        

Vinte e oito dias se passaram, o time treinou e treinou, e os erros continuam os mesmos. 
O Flamengo trouxe da Ilha do Retiro, um empate em 1x1 contra o Sport, e mais do que isso, trouxe muitas dúvidas, questionamentos e uma certeza: Precisa de reforços.
As ''férias forçadas'' não trouxeram a paz necessária para que o clube mudasse seus (péssimos)costumes e se restruturasse para que pelo menos, continuasse o ano de uma maneira digna.
A diretoria é amadora o suficiente para cavar um buraco ainda mais profundo e jogar nele toda a história do centenário futebol rubro-negro.
                                    Bom, mas atendo-se apenas ao jogo de ontem, podemos constatar que o time não está pronto para o extenso e competitivo Brasileirão. Reforços, principalmente na zaga, seriam muito bem vindos.
Continua tudo na mesma quando lembramos do Campeonato Carioca e da fatídica participação na Libertadores. Jogadores como Wellinton e Rômulo não merecem vestir uma camisa com tanto peso histórico. Apesar da grata constatação de que o Paulo Vítor merece ser o titular no gol,
o sistema defensivo é uma verdadeira incógnita. Os laterais não apoiam como antigamente, e não se assustem se o Léo Moura, durante o campeonato, figurar alí pelo meio-campo.
A lateral esquerda vai perdendo o bom Júnior César e ganha o corajoso, mas ainda inexperiente Magal. Pode funcionar, mas a necessidade de algo mais concreto, deixa o torcedor preocupado.
                                  Ontem, na teoria, o Flamengo jogaria mais fechado, explorando os contra-ataques. Ao segurar o Rômulo com um terceiro zagueiro, o técnico Joel Santana acreditava que assim, sustentaria melhor sua marcação
e deixaria o Kléberson mais solto para produzir com o Botinelli. Só esqueceu de avisar isso ao Luiz Antônio, que ao avançar com frequência, deixava a cobertura
desguarnecida, deixando o Sport livre no ''buraco'' entre o meio e a defesa.
                                  A característica histórica do Flamengo, é o ataque. Sempre recheado de grandes jogadores, o clube acostumou-se à marcar
sempre muitos gols, sendo uma das referências do futebol leve e faceiro, característica brasileira. Mas hoje, não é isso que vemos.
Na desgastada prancheta do Joel, impera táticas ultrapassadas que prezam carrancudos volantes, e defensividade torna-se um
câncer nesse time que teria tudo para brilhar. Pois, ao não priorizar o futebol moleque, ousado e ofensivo, acaba por deixar
a habilidade, por exemplo, do Ronaldinho, perdida por alguma viela da catalunha.
                                Tudo bem, não sejamos tão agressivos com o ''papai'' Joel, até porque Ronaldinho não joga nada há muito tempo.
Mas que o treinador não tem criatividade suficiente para mudar o cenário e trazer coisas novas, disso não há duvidas.
A chegada do Íbson trará qualidade, mas todos sabem que ele não é armador. Mas assim como em 2007, na arrancada rumo a Libertadores, sob o comando do mesmo
Joel, inevitavelmente terá a mesma referência. Pode funcionar, mas não seria a melhor solução.
                               Se o Cáceres, volante do Libertad ( Par ) chegar, algo bom poderia acontecer. Aliada a habilidade do Íbson,
a experiência do Renato e melhora gradativa do Botinelli, tornaria o setor forte e consistente.
                              No ataque, um R10 jogando mais aberto pela ponta esquerda, assim como na época de Barcelona, com o David e Love na frente
 poderia sim, tornar o futebol da equipe mais apresentável e, se não traria o Hepta campeonato, ao menos tornaria o time mais
competitivo ao menos para brigar por uma vaga na próxima Libertadores.
                              A torcida do Fla espera por dias melhores, porque do jeito que está, será difícil para qualquer um acreditar nas
próximas 37 rodadas.
 
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Por Thiago Emererick 17/05/2012 

Nem tudo está perdido 
                                 
Estádio de São Januário, Rio de Janeiro, ''caldeirão'' lotado e empolgado para empurrar o Vasco para mais uma vitória nesta Libertadores. Mas, do outro lado do campo tinha o Corinthians, que em 8 jogos na competição, havia sofrido apenas dois gols. Ao término da partida, viu-se sem bolas na sua rede e com a sensação de que o 0x0 ficou de bom tamanho. Ficou realmente para o Pacaembú, a decisão da vaga na próxima fase.
                                                       Para quem esperava um grande jogo, saiu decepcionado do estádio ou sentiu uma vontade absurda de desligar a televisão. Primeiro tempo muito estudado, muita marcação e uma infinidade de erros de passe. Colocarão a culpa na chuva que tratou de deixar o campo pesado, e ao analisar principalmente os atacantes das equipes, constataremos que a leveza no trato com a bola de jogadores como Jorge Henrique, pelo Corinthians, e Éder Luis, pelo Vasco, não pôde ser colocada a prova.
                                    Já no segundo tempo, foi maior a movimentação das duas equipes, mas, a partida continuou muito truncada, principalmente no meio de campo. E não poderia ser diferente, pois essa é uma característica do time do Parque São Jorge. Sempre muito povoado, o setor é a arma para defender com eficiência e atacar com sabedoria, no momento certo. E um jogador destaca-se com maestria: Paulinho. Volante moderno, aquele que sabe sair jogando e forte na marcação, ao lado do Ralf, é uma das referências de Tite nessa Libertadores.
                                    Pelo lado vascaíno, os volantes também não vacilaram. Nilton mostrou segurança ao lado do Rômulo, mas a zaga continua dando dor de cabeça à torcida e ao técnico Cristovão Borges. E todos clamam pelo mito, Dedé.
                                   E a grande decepção foi o Diego Souza. Pesado por natureza, não encontrou pernas para produzir algo de eficiente, tanto é que, aos 27 minutos saiu para dar lugar ao ressucitado Carlos Alberto. O meia entrou bem na partida, imprimiu velocidade, mas não passou disso. Juninho cansado, deu lugar à Felipe. O eterno camisa 6 entro com a tarefa de dar mais qualidade ao desgastado meio-campo do ''Gigante'', mas a noite era realmente do placar zerado.
                                   E isso ficou constatado após a excelente e espetacular defesa do Fernando Prass, após grande finalização do Jorge Henrique.
                                   Conclui-se que os dois treinadores preferiram não arriscar muito. Cristovão, do Vasco, foi cauteloso e permaneceu o jogo inteiro com dois volantes e Tite, do Corinthians, só resolveu por um centroavante de ofício ( Elton-ex Vasco) no finalzinho, quando faltavam apenas cinco minutos para o fim da disputa.
                                    O Corinthians joga um futebol burocrático, cauteloso e eficiente. Contenta-se com o famoso 1 x 0 magro, e no caso de hoje, o empate ficou de bom tamanho quando acredita-se que no Pacaembú, com o apoio da torcida tudo será mais fácil.
                                    Quanto ao Vasco, fica a pergunta que não cala nunca: '' Qual é o verdadeiro Vasco?'' Não adianta fechar-se por completo, é preciso arriscar um pouco mais. O adversário não é imbátivel e jogando em casa, com tudo que já mostrou no ano, era preciso e necessário ao menos um gol.
                                    Mas ficam as lições para a próxima semana, pois, não será fácil a pressão de uma torcida aficcionado por este título sul-americano que nunca aparece. Então, é a hora do Vasco jogar a favor dessa pressão. Como? Diego Souza resolvendo, Felipe desde o começo, Éder Luis voando baixo...resumindo, sendo Vasco, ó pá!
                                    A guerra não acabou.




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Por Thiago Emererick 13/05/2012

 

Trinta e uma vezes Fluminense

                              
HOME Comemoração do Fluminense (Foto: Cléber Mendes)          Está confirmado, o Fluminense é o campeão Carioca de 2012. Após o 4x1 da semana passada, o jogo deste domingo seria apenas mera formalidade. E se algum botafoguense ainda acreditava em um milagre, Rafael Sóbis tratou de esfriar qualquer pretensão do Glorioso,nesta decisão.
                                     O tricolor está em grande fase, classificado para as quarta de finais da Libertadores onde enfrentará o temido Boca Juniors, com o primeiro confronto na Argentina, o título passa a ser a ''cereja no bolo'' que faltava para coroar uma semana fantástica no clube das Laranjeiras.
                                     Vencer com a supremacia nos dois jogos, faz o torcedor acreditar que o caminho para grandes conquistas será galgado de maneira satisfatória. Lógico que não deve-se esquecer os problemas, como por exemplo, na zaga. Definitivamente, Gum e Leandro Euzébio, não são minimamente confiáveis. A deficiência no sistema defensivo é gritante, quando analisamos que em um futebol atual, jogado de maneira altamente competitiva, faz-se necessário que tenhamos zagueiros que saibam sair jogando e que não sejam apenas brucutus nervosos à caça de canelas e tornozelos.
                                     Mas é do meio para a frente que a torcida deposita suas maiores confianças na equipe. Guerreiros como Deco, Fred, Thiago Neves e Sóbis, em tardes e noites de leve inspiração, causam verdadeiros estragos em qualquer equipe do país. Uma pena que o camisa 20 luso-brasileiro, Deco, saiu contundido e passa a ser dúvida para o épico embate diante do Boca ''Gigante'' Juniors.
                                     Agora é hora de curtir, saborear e respirar mais um título histórico, pois a taça já está na mão e na estante tricolor. '' As três cores que traduzem tradição'' alimentam paixões, que vai do saudoso e magistral, Nelson Rodrigues até aquele humilde torcedor com radinho de pilha em uma mão e na outra, aquela desgastada bandeira de tantos outros carnavais.
                                     E antes de começar a sonhar com o Campeonato Brasileiro, que tem início na próxima semana, existe um sonho no meio do caminho, chamado Libertadores. Não será fácil superar a catimba e tradição, notória é verdade, quando falamos em Boca, principalmente na  La Bombonera. Mas por que não acreditar, fanático tricolor?
                                 Chegou a hora da verdade.
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Por Thiago Emererick 10/05/2012 

 

 

 

 

Batalha com final feliz

                                   
                                  Não existe nada mais verdadeiro e ao mesmo tempo instigante do que simplesmente,crer. A razão da luta constante e diária passa pela necessidade do crescimento, seja ele pessoal ou profissional. E aliar todo esse misto de preocupações e necessidades com a sedenta e inexplicável paixão pelo jogo de bola, faz de qualquer torcedor um bobo ( do bem ), dos 10 aos 40, sem distinção de classe, cor, credo ou religião.
                                 Pois bem, aplica-se este parágrafo acima à aquele cidadão, com camisa preta ou branca de faixa diagonal, que não desistiu. Foi até o fim, sem dó até as últimas consequências. No final, sim chorou, suas lágrimas foram de alegria, pois, o Vasco, o seu amor de menino, passou pelo temido ( ? ) Lanús da Argentina. Após a derrota no tempo normal por 2x1, restou ao Gigante da Colina ajoelhar-se e buscar a confiança necessária para superar a sua batalha do ano, pelo menos até o presente momento.
                                Antes das penalidades, vamos a uma leve reflexão? Qual é o verdadeiro Vasco nessa versão 2012? Aquele do primeiro tempo em São Januário no jogo de ida e no primeiro tempo do jogo de volta, que impõe-se, que ataca, que assusta e que apesar de alguns sustos, é verdadeiramente forte para impor seu estilo? Ou seria o Vasco do segundo tempo aqui e do segundo tempo lá? Que amedronta-se, que desmorona após sofrer um gol, que apequena-se quando o correto seria ''engolir'' o adversário?
                                A identidade precisa ser única, pois, o futebol é como a vida real, não há espaço para erros. E esse time deu-se ao luxo de cometer alguns gravíssimos, vide, as falhas individuais de Fágner, Rodolfo e Fernando Prass no certame desta quarta-feira.
                                Mas voltamos aos penaltis. Cinco cobranças, e todas balançaram o ''barbante'', enquanto isso, restou ao Lanús chorar aquela bola que machucou o travessão esquerdo do goleiro vascaíno. Agora, começou definitivamente a preparação para as quartas de finais, e a bola da vez, será o desesperado por Libertadores Sport Club Corithians, onde não há pressão maior.
                                Portanto, adeptos cruz-maltinos, esqueçam o ano de 1998. Aqui, neste novo século, uma nova história ao menos tenta ser escrita. Fato que Juninho e Felipe são os remanescentes daquele momento mágico, mas hoje, buscam novas conquistas e a América pode não ser um sonho tão distante.
                                Não existe nada mais verdadeiro e ao mesmo tempo instigante do que simplesmente, crer. E você? De verdade, consegue crer? Comemore e deixe as perguntas para depois, O Vasco está entre os oito. 
                                                           
Semestre perdido
                                
Mais uma vez não deu para o Botafogo. Mais uma eliminação e o mundo desaba sobre um clube que vive o triste estigma de perder quando todos acreditam no ''agora vai''. Restou Loco Abreu por a cara à tapa e dizer: '' Precisamos ao menos honrar a camisa do Botafogo, no próximo domingo diante do Fluminense.''
                                 E o semestre acabou. Sem mais.
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Por Thiago Emererick 09/05/2012 

 

Noite de decisão, da Argentina ao Engenhão

 

   



Quarta-Feira decisiva para os clubes do Rio de Janeiro na Copa do Brasil e também na Taça Libertadores da América. O Botafogo tentando amenizar a tristeza acarretada pela goleada sofrida diante do Fluminense, no primeiro jogo da final do Estadual no último domingo, receberá o Vitória da Bahia no Estádio Olímpico João Havelange, o popular ''Engenhão''. Já pela Libertadores, O Vasco viaja até a Argentina para enfrentar o Lanús tentando apagar de uma vez por todas o vice campeonato da Taça Rio e a consequente eliminação do Campeonato Carioca, para o próprio Botafogo. 

                 Hora da virada
          
            Apesar dos problemas evidentes, no momento, o Glorioso precisa conjugar o verbo superar, pois, nada melhor do que um jogo após o outro. O Vitória está longe de ser um timaço, mas deve-se pregar respeito à um dos finalistas do campeonato da ‘’boa terra’’, que possui em seu plantel, nada menos do que o principal artilheiro do país neste primeiro semestre, o jogador Neto Baiano.
             O treinador botafoguense, Osvaldo de Oliveira, reconhece os erros cometidos no último domingo, contra o Fluminense, mas tem a consciência de que tem um grupo forte em mãos, e conseguir avançar na Copa do Brasil não seria absurdo algum. Na partida contra o Vasco, pela final da Taça Rio, vimos um time forte e compacto do princípio ao fim. O desfalque de Renato naquela partida não foi tão sentido, pois, o Felipe Gabriel, mesmo atuando em uma faixa diferente do que está acostumado, correspondeu a altura. O time ganhou qualidade já na saída de bola. A transição entre defesa/meio-campo/ataque era feita com qualidade no passe e sem os famosos chutões. E com a bola chegando mais  facilmente lá na frente, tornou o jogo mais tranquilo para Loco Abreu e Maicossuel brilharem.
               Por que não tudo isso novamente? O que precisa ser levado para o jogo da quarta-feira, é a raça, vontade, determinação e a aplicação tática desse time, que se não é o melhor do mundo(longe disso), ao menos já mostrou em muitos jogos neste primeiro semestre a capacidade e a força necessária para apresentar-se competitivo em qualquer campeonato que disputar.
                É hora da torcida abraçar o Engenhão.
                            Gigante contra os ‘’Hermanos’’
                                                                         
                
Ás vinte e duas horas, será a vez do Vasco mostrar serviço. O time precisará de tranquilidade e muita paciência para encarar a pressão do Lanús, na ‘’ grande Buenos Aires''. A equipe da casa não possui a tradição, por exemplo, do Boca Juniors em uma Libertadores, mas no fundo, a malícia e a catimba, característica dos jogadores argentinos, já correm no sangue desta tradicional ‘’escola’’ sul americana.
                A ausência do zagueiro Dedé, por conta de uma edema ósseo ainda em fase de recuperação, preocupa o treinador Cristovão Borges, que desde segunda-feira, já confirmava a escalação repetindo a formação do jogo de ida, disputado no último dia 02 de maio. A zaga, tão criticada ultimamente, terá mais uma prova de fogo. Apesar da técnica, Rodolfo, substituto de Dedé na zaga, passa ainda por um processo de readaptação ao futebol brasileiro, já que passou bom tempo jogando no futebol russo. É bom com a bola no pé, mas falta o vigor físico do Mito, e na bola aérea causa tormento ao torcedor. Perigo latente, pois, no ataque adversário atua Pavone, um jogador que passa longe de ser um craque, mas é bom para fazer gols de cabeça e isso deixa qualquer vascaíno preocupado.
                No meio, Felipe e Juninho jogarão juntos novamente, prometendo com isso, um Vasco com mais posse de bola e de toque mais refinado. Com Juninho em campo, cobrança de falta vira arma quase mortal.
                 Resumindo, se for aquele Vasco que massacrou o Flamengo, principalmente no primeiro tempo da semi-final da Taça Rio, pode levar a classificação com um pé nas costas. Agora, se for o time que sucumbiu diante do Botafogo na final da mesma Taça Rio, pode desfazer as malas e esperar o Brasileirão começar.
                 Torcedor, faça as suas preces e uma ótima Quarta de futebol.