INDÚSTRIA E ENERGIA





Roberto Fonseca de Pinho
Idade:34
Estudante de Arquitetura
Técnico em Segurança Do Trabalho, Rigger, Recursos Humanos
Especialidades:Avaliação Ambiental - Métodos Quantitativo e Qualitativo,Proteção Respiratória
Segurança em Espaços Confinados, Instalações Elétricas
robertopinho@barretoonline.com

 

 


Por Guilherme Peixe 25/06/2015

Crise no setor naval pode gerar mais demissões.


Resultado de imagem para setor navalO momento da indústria naval de Niterói não é dos melhores e pode ficar ainda pior. Segundo o Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico dos municípios de Niterói e Itaboraí (Stimmmeni), depois de cerca de 1.000 metalúrgicos serem demitidos do Estaleiro Mauá (Eisa Petro Um), na manhã de ontem, a situação pode agravar e atingir outros estaleiros da cidade aumentando assim o número de demissões.
Os funcionários foram surpreendidos com as cartas de demissão após chegarem para trabalhar. Eles informaram que a empresa alegou em uma circular que a situação financeira era complicada e que seria necessário um corte no quadro de empregados. Diante da difícil situação da categoria, o sindicato teme o pior.
“Eles disseram que não sabem nem mesmo como pagarão o último mês. Se nenhuma providência for tomada pela Petrobras ou nossos ministros, esse problema pode sim alcançar escalas maiores e atingir outros estaleiros. Com certeza a situação é preocupante. Precisamos de uma medida enérgica do Governo Federal. Não pode continuar como está. Somente em quatro meses o setor demitiu 14 mil trabalhadores em todo o país”, disse o presidente do Stimmmeni, Édson Rocha da Silva.
Visando discutir medidas que possam resolver a questão dos metalúrgicos, o presidente do sindicato está em Brasília participando de um Fórum do setor, com a Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara dos Deputados, acompanhado do deputado , presidente da comissão. Eles relataram todas as dificuldades do setor naval do Brasil, com ênfase nas demissões do Estaleiro Mauá.
“Nós fomos contra essa postura do estaleiro e já estamos movendo uma ação coletiva contra eles na justiça. Queremos provar que a empresa tem condições de pagar aos funcionários. Por isso vamos tentar provar que há uma verba de cerca de R$ três milhões advinda de 3% das faturas pagas pela Transpetro ao Estaleiro Mauá, em uma conta administrada pela Terceira Vara do Trabalho de Niterói”, explica Édson Rocha da Silva.
“Niterói é o berço da construção naval brasileira e precisamos que ela continue sendo. Precisamos manter Niterói de pé”, finalizou ele.

Fonte: AtribunaRJ

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Por Roberto Pinho 30/04/2015



Qualidade De Vida No Trabalho



Vivemos numa sociedade em mudanças e num momento excitante para as organizações. A sociedade percebe que a Qualidade de Vida e a Saúde são ativos importantes, envolvendo dimensões física,intelectual, emocional, profissional, espiritual e social. Práticas inadequadas no ambiente de trabalho geram impacto negativo na saúde física e emocional dos empregados e na saúde financeira das empresas. Baixa motivação, falta de atenção, diminuição de produtividade e alta rotatividade criam uma energia negativa que repercute na família, na sociedade e no sistema médico. Segundo Domenico de Masi, vivemos e trabalhamos numa sociedade do futuro, mas continuamos a usar os instrumentos do passado.Felizmente, para algumas empresas inovadoras e conscientes, este cenário não faz parte de sua realidade atual. As dez melhores empresas para se trabalhar (Guia Exame 2001) transformaram o ambiente de trabalho e a Saúde emocional e física em vantagem competitiva, tendo plena convicção estratégica de que quanto mais eliciar satisfação, mais retorno terão em produtividade, criando assim a visão de uma organização mais privilegiada, competitiva e equilibrada.

Definição:

Segundo a Organização Mundial da Saúde, Qualidade de Vida é um conjunto de percepções individuais de vida no contexto dos sistemas de cultura e de valores em que vivem, e em relação a suas metas, expectativas, padrões e preocupações.

Objetivos

Programas de saúde é a ciência e a arte de ajudar pessoas a modificar seu estilo de vida em direção a um ótimo estado de saúde, sendo esta compreendida como o balanço entre a saúde física, emocional, mental, social e espiritual. (american journal, 1989).

Os programas de Saúde e QV objetivam facilitar mudanças no estilo de vida, combinando ações e campanhas para consciência, comportamento e envolvimento, que suportem suas práticas de saúde e previna doenças.

Qualidade de Vida no Trabalho

O propósito de um programa de Qualidade de Vida ou Promoção de Saúde nas Organizações é encorajar e apoiar hábitos e estilos de vida que promovam saúde e bem estar entre todos os funcionários e famílias durante toda a sua vida profissional.

Um programa de Qualidade de Vida existe para gerar estratégias com o intuito de promover um ambiente que estimule e dê suporte ao indivíduo e à empresa, conscientizando sobre como sua saúde está diretamente relacionada à sua qualidade e produtividade.

Não é suficiente ter em mente mudar relevantemente o estado de saúde dos profissionais mas também encorajá-los a cuidarem e gerenciarem sua própria saúde, adquirindo um ganho substancial na sua satisfação e crescimento, assim como no aumento de produção e redução de custos para a empresa

Benefícios

Melhoria da produtividade

Empregados mais alertas e motivados

Melhoria da imagem corporativa

Menos absenteísmo

Melhoria das relações humanas e industriais

Baixas taxas de enfermidade

Melhoria da moral da força de trabalho

Redução em letargia e fadiga

Redução de turnover

Missão Estratégica

A missão estratégica de um programa de Qualidade de Vida canaliza seus esforços para alcançar os seguintes resultados:

• Aumentar os níveis de SATISFAÇÃO E SAÚDE do colaborador/ consumidor/ comunidade. (Força de trabalho mais saudável)

• Melhorar o CLIMA ORGANIZACIONAL (ambiente, relações e ações saudáveis)

• Afetar beneficamente no processo de FORMAÇÃO E DESENVOLVIMENTO humano, agregando competências (capacidade e atributos)

• Influenciar na diminuição da PRESSÃO NO TRABALHO e do DISTRESSE individual e organizacional (Menor absenteísmo/rotatividade; Menor número de acidentes)

• Melhorar a capacidade de DESEMPENHO das atividades do dia-a-dia. (Maior produtividade)

As dimensões da Saúde Integral e Qualidade de Vida

Para efeitos didáticos, dividimos a Saúde em Seis Dimensões: FÍSICA, EMOCIONAL, INTELECTUAL, PROFISSIONAL, SOCIAL e ESPIRITUAL.

Estas dimensões facilitam a consciência e o desenvolvimento da saúde integral, assim como a possibilidade de se ter uma visão sistêmica e seu posterior equilíbrio e expansão, pois sabemos que na vida sempre estamos buscando uma inter-relação harmoniosa dos vários aspectos e dimensões do ser humano. 

Desde que o mundo exigiu novas e complexas interações em termos de excelência em relação à produtividade e a qualidade dos serviços prestados, estamos tendo que constantemente se adaptar à todos estes estímulos, comprometendo de alguma forma nosso aprendizado e saúde. Afina de contas, se sentir mal no tempo e no espaço não é mais privilégio de nenhum astronauta. O psiquiatra Carl Gustav Jung dizia que se as coisas vão mal no mundo, algo deve estar mal comigo. Assim seria sensato, em primeiro lugar, ficar bem. Viver uma vida vibrante e feliz, na qual se utiliza o máximo que possui, com enorme prazer é um objetivo de vida. É o que dá qualidade à vida.

Autor: Eduardo Carmello



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Por Roberto Pinho 17/04/2015

Trens e metrôs têm recorde de passageiros


Os trens e metrôs transportaram 2,9 bilhões de passageiros em 2014, com média diária de 9,8 milhões. Foi um recorde e um acréscimo em relação a 2010, quando foi transportado 1,9 bilhão. A média de crescimento de lá para cá foi de 10% ao ano, mas isso mudou em 2014. No ano passado, o número de passageiros cresceu 4,4%. "Esses números mostram que o setor passa por um congestionamento", afirmou a superintendente da Associação Nacional dos Transportadores de Passageiros sobre Trilhos (ANPTrilhos), Roberta Marchesi. 
O Balanço do Setor Metroferroviário de Passageiros 2014/2015, apresentado na semana passada pela ANPTrilhos, mostra que, no ano passado, o Brasil acrescentou apenas 30 quilómetros de trilhos. Isso significa um crescimento de apenas 3% na malha ferroviária para transporte de passageiros no País. Parte do pequeno crescimento se deveu à baixa execução de obras relacionadas à Copa do Mundo, que deveriam ter acrescentado 79,4 quilômetros ao sistema, como o VLT de Cuiabá. De acordo com a ANPTrilhos, atualmente há no País 20 projetos metroferroviários em execução ou concedidos para investimentos pela iniciativa privada. A expectativa é de que eles saiam do papel até 2020, acrescentando 336 quilômetros à malha existente. Outros 18 projetos estão em carteira e podem, se licitados, acrescentar 1,3 mil quilômetro ao sistema metroferroviário. O receio do setor, contudo, é em relação ao potencial da Operação Lava lato de levar as empreiteiras envolvidas a paralisarem as obras. "Sabemos que o Brasil passa por uma situação atípica, mas é importante que os sistemas em andamento não sejam paralisados", defendeu a superintendente da associação dos transportadores. O setor também reclama de mudanças como a desoneração da folha de pagamento pelo governo. O aumento na alíquota deve impactar nos custos das empresas do setor. A desoneração ampliou em 8% o número de postos de trabalho, segundo a ANPTrilhos. Os três maiores operadores metroferroviários do Pais afirmaram que a mudança na carga tributária implicará em um aumento de custo de R$ 73 milhões em 2015. Os custos do setor também devem crescer em decorrência do encarecimento da energia, que representa 20% das despesas de operação e, desde outubro do ano passado, já cresceu 95%. A folha e a energia representam 70% das despesas das empresas. 
Fonte: INFO4


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Por Roberto Pinho 09/11/2013


Imagem IlustrativaO Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural (Prominp), da Petrobras, vai oferecer 17 mil vagas em cursos gratuitos de qualificação, em 185 funções. Segundo o coordenador executivo do Prominp, Paulo Alonso, a oferta ainda pode ser ampliada, pois é fruto de um levantamento inicial. A seleção deverá ser aberta até março de 2014, para os estados de Rio de Janeiro, Espírito Santo, Pernambuco, Bahia e Rio Grande do Sul.
— Nós nos articulamos com grandes empregadores, como estaleiros e montadores, e fizemos um grande mapa de demandas para chegarmos a esse número. No primeiro trimestre, serão lançados os editais para essas vagas — disse.
O concurso para o Prominp conta com uma prova objetiva de Matemática, Raciocínio Lógico e Português. Geralmente, o processo seletivo é organizado pela Fundação Cesgranrio. Após a aprovação, o candidato passa por um treinamento, que dura de quatro a seis meses. Se estiver desempregado, ele recebe uma bolsa de R$ 300 (quem tem nível fundamental), R$ 600 (ensino médio) ou R$ 900 (formação superior). Após a capacitação, o profissional pode ser contratado por uma das empresas.
Desta vez, o Prominp responderá por metade dos custos de qualificação. As empresas parceiras vão arcar com o restante.
— O modelo é mais aprimorado, e temos a expectativa de que a evasão de pessoal para outras áreas seja menor — explicou Alonso, destacando que 33% dos participantes das seis edições do programa foram atuar em outras áreas.
Confira os dez cargos mais procurados pelas empresas:
Auxiliar de movimentação de cargas - auxilia o operador de movimentação de cargas no ambiente offshore (alto-mar). A atividade exige o ensino fundamental.
Armador - atua na área de construção e montagem. É preciso ter o ensino fundamental para exercer essa atividade.
Caldeireiro - esse trabalhador faz o traçado de peças em material de aço carbono, inox, cobre, alumínio, chapa de ferro etc. A atividade exige o ensino fundamental.
Encanador industrial - executa tarefas de montagem de tubulações industriais metálicas. É necessário ter o nível fundamental.
Pedreiro - executa serviços de elevação de paredes, utilizando blocos de concreto e especiais. A função é para candidatos com o ensino fundamental.
Soldador naval - atua na montagem, a partir do processo de soldagem de estruturas. Requer o ensino fundamental.
Soldador de estruturas - estuda a peça a ser soldada, verificando a melhor forma de fazer o serviço. O posto exige o ensino fundamental.
Montador de andaime - trabalha montando andaimes e fixando suas peças. Requer o nível fundamental.
Pintor industrial offshore - está habilitado a realizar trabalhos de pintura industrial em ambiente offshore (alto-mar). Exige o ensino fundamental.

Plataformista - atua no setor de manutenção e desenvolve atividades como restauração e limpeza de poços produtores de petróleo. Exige o nível médio.

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Por Roberto Pinho 08/08/2013

Votação dos royalties é adiada para a próxima semana
     Adiamento foi decidido após reunião dos líderes da base governista com a presidente Dilma Rousseff

 


 Os líderes da base governista na Câmara adiaram para a próxima segunda-feira (12/08) a análise do projeto de lei que trata da destinação dos royalties da produção de óleo e gás para as áreas de educação e saúde. O adiamento foi decidido após reunião com a presidente Dilma Rousseff. A matéria voltaria à pauta de discussão na terça-feira (6/8).

A aplicação dos recursos do Fundo Social do pré-sal continua como principal ponto de disputa sobre o texto. O deputado André Figueiredo (PDT-CE), que defende a aplicação de 50% do total do fundo nas áreas de saúde e educação, afirmou que continuará a discutir o tema no decorrer da semana, para que na próxima segunda consiga sensibilizar a presidente a compreender que o projeto defendido por ele é melhor do que o defendido pelo governo, que aplicaria, em educação e saúde,  50% dos rendimentos do fundo.

Quanto à questão do trancamento da pauta, devido ao regime de urgência, o deputado José Guimarães (PT-CE) afirmou que os líderes usarão uma manobra regimental para liberar o plenário para outras votações. Segundo ele,  o projeto dos royalties já não poderia trancar a pauta, pois a câmara analisa hoje um substitutivo a um projeto de lei de iniciativa parlamentar (PL 323/07).

Além dos dez líderes da base, o vice-presidente, Michel Temer; os ministros da Educação, Aloizio Mercadante; e da Saúde, Alexandre Padilha e a Secretaria de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, se reuniram com a presidente Dilma Rousseff na noite passada. A intenção, segundo os líderes, é ampliar o diálogo entre o Congresso e o Executivo para melhorar o clima entre a base e o governo.
 






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Por Roberto Pinho 20/06/2013



P-63 deixa o estaleiro de Rio

 Grande em direção a Macaé


Previsto para operar em setembro, FPSO de Papa-Terra está sendo rebocado para Ilha de Santana





A P-63, FPSO da Petrobras que operará a partir de setembro no campo de Papa-Terra, na Bacia de Campos, partiu do Rio Grande (RS) na manhã de (17/6). A unidade está sendo rebocada por dois barcos e seguirá para a Ilha de Santana, em Macaé, onde deverá chegar em uma semana para obras de adaptação no sistema de risers.



Antes de seguir para a locação temporária, a P-63 fará uma parada para abastecimento na Bacia de Santos. As obras de adaptação no sistema de risers da unidade atende a uma exigência do Ibama, que negou a licença ao projeto por conta da existência de uma formação de corais na área de ancoragem.

A previsão era partir com a P-63 no final da semana passada, mas o mau tempo na região acabou adiando o cronograma. As obras de adaptação no sistema de risers irão se estender até agosto.

Parte da tripulação da unidade, que será operada pela BW, já está embarcada. 

A conversão da P-63 foi feita pela Quip (Queiroz Galvão/ UTC/ Iesa/Camargo Corrêa/PJMR). Capacitada para produzir 140 mil b/dia de óleo e 1 milhão de m3/dia de gás, a unidade irá compor o primeiro sistema de produção de Papa-Terra, que contará a partir do fim do ano, ainda, com a P-61 - primeira TLWP do Brasil, atualmente em construção no Brasfels (Angra dos Reis).

O cronograma do campo de Papa-Terra, na Bacia de Campos, irá atrasar cerca de 60 dias. Prevista no plano de negócios 2013-2017 para ocorrer no dia 15 de julho, a entrada em operação na data ficará comprometida por problemas no licenciamento ambiental.



Em nota, a empresa afirma que o atraso não irá causar impacto relevante em sua curva de produção.
Capacitada para produzir 140 mil barris/dia de óleo e 1 milhão de m3/dia de gás, a P-63 irá compor o primeiro sistema de produção de Papa-Terra, onde no final do ano será instalada a primeira TLWP do Brasil, a P-61, atualmente em construção no Brasfels, em Angra dos Reis (RJ). O sistema terá um total de 30 poços.




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Por Roberto Pinho 24/04/2013

 Porto de Niterói receberá investimentos de R$150 milhões

 

O Porto de Niterói opera a pleno vapor. Motivadas pelos bons resultados, as empresas Nitshore e Nitport apostam na ampliação do porto para alavancar de vez as atividades off-shore em Niterói. Com um aumento da demanda, há uma estimativa de crescimento em relação ao número de embarcações atracadas. Com a chegada de clientes de peso como as empresas Devon, Tetra, Vetco e Shell, as atividades portuárias abrirão novas oportunidades de emprego, além 1,2 mil trabalhadores que já foram contratados. As empresas que administram o porto estão desenvolvendo um projeto de atendimento ao setor de petróleo, mais precisamente as plataformas de petróleo. A

iniciativa conta com o investimento em plantas de apoio de cimento, de diesel e de produtos químicos. Haverão também investimentos em novos equipamentos, como guindastes e empilhadeiras. Milhões estão sendo estão sendo investidos, entre obras, serviços, instalações e equipamentos no porto para a expansão e as obras continuam. É uma movimentação visível a olho nu e os resultados são expressivos em menos de um ano. As empresas também investiram em novos equipamentos, como a compra de um guindaste para movimentação de carga com tecnologia de ponta. Trata-se de um moderno e abrangente sistema de logística de carga offshore criado pelo grupo americano Edison Chouest, que atua em serviços de apoio marítimo, apoio terrestre, construção e reparo naval. Esse sistema possibilita o gerenciamento em tempo real de toda movimentação de cargas, de clientes, transportador e fornecedor. Graças ao processo de dragagem a qual o porto foi submetido, qualquer tipo de embarcação, navios cargueiros, supply, plataformas, shatas e guindastes flutuantes estão aptos a ancorarem em Niterói, o que aumenta ainda mais as chances de novos e bons negócios para o setor.

Investimentos investimentos continuarão sendo realizados no Porto de Niterói para expansão de arrendamento e ampliação da área.

Dentre as empresas que atracam ali se encontrampoe exemplo a Maersk, CBO, Bram. 

 

 

 

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Por Roberto Pinho 19/04/2013

  

A Petrobras constrói novo tanque no terminal Aquaviário de 

Angra para atender à demanda do comperj

Projeto começa a ser construído no segundo semestre e atenderá à demanda do Comperj
 

A Petrobras recebeu hoje (17/4) autorização da ANP para construir um tanque de movimentação e armazenamento de petróleo no Terminal Aquaviário de Angra dos Reis, no Rio de Janeiro (TA-AR). A unidade faz parte do projeto de ampliação do terminal iniciado em 2010. A construção e montagem desta etapa está prevista para ser iniciada no segundo semestre deste ano e concluída em igual período de 2014. A construção ainda não possui licença ambiental.

O tanque será do tipo atmosférico com teto flutuante externo tipo pontoon, com reforço central, no padrão API STD 650 e sistema de homogeneização do produto por agitadores de hélice.

A ampliação da tancagem é para atender ao aumento da demanda por petróleo com a construção do Comperj, reduzindo a sobre-estadia de navios.

O empreendimento envolve tanto a construção de dois novos tanques (o TQ-441033 e um gêmeo, o TQ-441031), como as interligações com o sistema de tubulações existente e o sistema de drenagem oleosa, novos manifolds, ampliação do sistema de combate a incêndio, sem bombas ou tanque adicionais, entre outras melhorias.

Não haverá aquisição de terrenos ou desapropriações de áreas. A área definida para a construção da nova tancagem está localizada na região sul do TA-AR, com titularidade e posse já da Petrobras.
 
 

 

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Por Roberto Pinho 04/04/2013

 Porto de Niterói continua no

processo de revitalização para

atender pré-sal e Comperj
 
O Porto de Niterói continua se preparando para atender as demandas do pré-sal e, em futuro próximo, do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj). Para isso, sua área total será revitalizada, com obras de infraestrutura e mais instalações, para que o empreendimento seja referência nacional para a indústria naval e offshore.


Os prédios já existentes foram recuperados e equipados com alta tecnologia. O projeto do antigo prédio industrial do Moinho transformou-se em um prédio comercial para até 440 conjuntos de sala. No local, um grande condomínio está sendo instalado com empresas offshore e toda a cadeia de suplementos e serviços correlatos.

Situado na Baía de Guanabara, o porto é fundamental para o escoamento de toda a produção do Rio, e tem localização estratégica para atender demandas nas Bacias de Campos (RJ), Santos (SP) e Vitória (ES). Uma pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostra que o Porto de Niterói ocupa a nona posição em todo o Brasil, com elevado valor agregado na média dos produtos movimentados, na base de 670 US$/t.

Para atender, em especial, a demanda do pré-sal, as obras de ampliação também chegaram ao terreno ocupado pela Escola Superior de Polícia Militar (ESPM) e Grupamento Aéreo Marítimo (GAM).  Em fevereiro do ano passado, a Companhia Docas, que é responsável pela área, formalizou o pedido de devolução do terreno de cerca de 25 mil metros quadrados em poder da Polícia Militar, para realizar obras do projeto de ampliação da Nitshore, uma das empresas arrendatárias do porto.
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Dados Técnicos
- Atuação:
 
Os terminais do Porto de Niterói atendem à demanda logística e de cargas na atividade offshore, focados em empresas nacionais e internacionais de óleo e gás que operam no País.
Nitshore e NitPort serão as mais modernas bases de logística em apoio às atividades offshore da América Latina, prontas para atender às maiores exigências, com qualidade e expertise no setor, responsáveis pelo suporte, fabricação, reparação e apoio, voltadas para módulos de plataformas e equipamentos de produção de petróleo e gás.
O Porto de Niterói importa e exporta equipamentos, peças e cargas em geral e pretende servir ao escoamento da produção do futuro pólo petroquímico de Itaboraí, com o objetivo de assumir a maior fatia do mercado, com a base mais eficiente de operação logística para as atividades de produção e exploração de hidrocarbonetos nas bacias de Campos e Santos.
O Porto de Niterói oferece modernos serviços de abastecimento de água doce – pioneiro na Baía de Guana­bara – e óleo diesel para as embarcações atracadas, além de apoio logístico, aluguel de guindaste e empi­lhadeiras, aluguel de contêineres, escritórios e salas de reunião, tanques de cimento, perfuração e completação.
- Calado/profundidade:
Canal de acesso possui 1,4 km de extensão e 70 m de largura. O Cais acostável tem 432 m de extensão e a profundidade é de 7,5m.

 

 

 

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Por Roberto Pinho 01/03/2013


Wärtsilä:  Empresa de tecnologia lider em soluções energéticas inaugura oficina em Niterói
 
 A Wärtsilä, líder global no fornecimento de soluções de geração de energia e prestação de
serviços para navios e usinas termelétricas, inaugurou nesta quarta-feira (27) uma oficina
em Niterói, no Rio de Janeiro. A unidade será a maior do tipo no estado e contará com
laboratórios de automação e injeção, além de uma área dedicada a propulsores. As novas
instalações substituem a atual oficina localizada em São Cristóvão, ampliando a capacidade
de operação, incorporando novos serviços ao portfolio da empresa e trazendo vantagens
logísticas. Localizada no bairro do Barreto, em Niterói (RJ), a unidade contará com 4.600
metros quadrados de área construída.


“A localização é estratégica tanto para o recebimento de componentes quanto para as nossas
entregas, pois a cidade de Niterói, juntamente com o bairro do Caju, está entre os principais
eixos de serviços offshore no Brasil”, comenta Robson Campos, presidente da Wärtsilä no
Brasil.

Em Niterói, a empresa estará apta a executar serviços 24 horas por dia durante toda a
semana, dobrando sua capacidade operacional estado. O portfolio também será ampliado,
incluindo reparos em motores de grande porte e manutenção de sistemas de propulsão de
navios. “Propulsores podem pesar até 80 toneladas. Investimos em equipamentos que nos
proporcionem condições de atender aos projetos de forma mais adequada”, diz Campos.

Serão mantidas as atividades que já vinham sendo realizados na oficina de São Cristóvão,
como usinagem, projetos e estudos de engenharia, assistência técnica de equipamentos,
recondicionamento de motores marítimos, reparo de embarcações e instalação de motores
marítimos.

A empresa já tem planos para expansão: “No futuro, pretendemos adaptar a unidade para
fabricação de propulsores azimutais, com alto índice de conteúdo nacional”, completa o diretor
da divisão Ship Power, Luiz Barcellos.

Trabalharão na oficina cerca de 200 funcionários, dos quais 120 serão aptos a embarcar para
realização de serviços offshore. A equipe também contará com um canal direto com o Centro
de Suporte Técnico mundial da Wärtsilä, que dispõe de uma rede de profissionais estrangeiros
que podem ser acionados para projetos locais.

Para as áreas naval e offshore, a empresa tem no país uma base instalada com capacidade
superior a 1000MW em mais de 200 navios e embarcações. Construiu ainda 22 usinas,
ultrapassando a marca de 2.5W de potência instalada em contratos de operação e manutenção
(O&M). A Wärtsilä está no Brasil desde 1990 e hoje emprega mais de 500 funcionários.
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Por Roberto Pinho 17/01/2013

 

Acidente nas obras da plataforma P-62
 

O Estaleiro Atlântico Sul (EAS), no Complexo de Sua­pe, continuará normalmente as obras de integração do navio-plataforma P-62, depois de um acidente no último sábado à noite. Durante a operação, segundo informações da Petrobras, proprietária da embarcação, a torre do flare do navio-plataforma P-62, tipo FPSO (sigla em inglês para unidade flutuante que produz e armazena petróleo), que está sendo construído pelo Consórcio Camargo Corrêa/Iesa (CCI), tombou quando estava sendo içada para instalação. O incidente ocorreu por causa do rompimento de dois cabos de aço que sustentavam o equipamento. Não houve vítimas.

Ainda de acordo com informações divulgadas pela Petrobras, uma comissão foi instaurada para apurar as causas do problema. No retorno à operação, a torre tombada foi removida e posicionada ao lado de um dos diques do EAS. 

A Petrobras informou que apesar do acidente ocorrido durante o içamento da torre do flare na plataforma P-62, no último dia 15, o cronograma continuará sem alterações e as obras de integração da plataforma continuarão normalmente no Estaleiro Atlântico Sul (EAS). A previsão de entrada em operação da P-62 continua mantida para 2014, conforme o Plano de Negócios e Gestão da Petrobras para o período de 2012 a 2016.

O FPSO será instalado no campo do Roncador, na Bacia de Campos, e terá capacidade para produzir até 180 mil barris de petróleo por dia.





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Por Roberto Pinho 29/11/2012

 

Ambev passa Petrobras e é empresa 
brasileira mais valiosa

 

Ambev - Brahma - cervejas Com o aumento dos combustíveis em compasso de espera e sob desconfiança dos investidores, a Petrobras perdeu para a Ambev o posto de maior empresa brasileira na Bolsa de Valores.

As ações da fabricante de bebidas subiram 1,6% nesta quarta-feira (21) e acumulam valorização de 27% neste ano.

O valor da Petrobras segue em destino contrário. Caiu mais 2,7%, acumulando desvalorização desde o início do ano de 13,4%. Ela vale agora R$ 247,2 bilhões.

A empresa quer que a gasolina e o diesel tenham um aumento de ao menos 12% no ano que vem.

A empresa de bebidas Ambev conta com a vantagem de ter resultados previsíveis, fator levado em conta principalmente em épocas de crise, contra uma empresa (Petrobras) que responde basicamente aos mandos e desmandos do governo, que prejudica sua rentabilidade no momento em que usa a política de preços para conter a inflação.


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Por Roberto Pinho 22/11/2012

Petrobras fornece curso gratuito para pessoas com deficiência


A Petrobras não se esqueceu de garantir oportunidade para pessoas com deficiência ao lançar o  Ciclo do Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural (Prominp), que oferece cursos gratuitos no setor. A estatal garantiu  vagas, para este público das 11.608 do total,  divididas em 14 Estados.
Os cursos com vagas para pessoas com deficiência são para o nível médio, técnico e superior, sendo que as vagas em geral também contam com cursos para o nível básico.
Para concorrer a uma delas, o candidato deve ser brasileiro com 18 anos ou mais e preencher os pré-requisitos do curso desejado.
Ao todo, a companhia petrolífera oferece cursos voltados para 85 ocupações no setor de petróleo e gás natural, sendo que a escolha das cidades está relacionada aos locais onde há projetos e empreendimentos do setor em execução ou previstos para os próximos anos.
A participação no curso, no entanto, não é garantia de emprego. Porém, de acordo com a Petrobras, "todas os cursos são planejados para que as pessoas estejam preparadas para atuarem no mercado, na quantidade, especialidades e localidades necessárias para a implantação dos projetos". Segundo a estatal, "uma prova de que a iniciativa vem dando certo é que 67% dos profissionais qualificados pelo Prominp estão empregados no mercado de trabalho formal".
Os interessados devem buscar informações no site do Prominp e estar atento quanto a abertura das vagas.



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Por Roberto Pinho 01/11/2012



Mineração e Petróleo em crescimento 

podem criar 400 mil vagas até 2015

As empresas montam cursos e até pagam para o candidato estudar. 



Os setores de mineração, petróleo e gás devem gerar mais de 400 mil vagas de emprego até 2015. Para qualificar a mão de obra, as empresas montam cursos e até pagam para o candidato estudar.

A situação é tão boa que só o setor de mineração deve faturar em 2012 R$ 10 bilhões a mais que no ano passado Dezenove escolas do SENAI oferecem cursos em diversas áreas para qualificar a mão de obra.

Já a área de petróleo e gás movimenta mais de R$ 440 milhões por ano e representa 12% do PIB nacional. Segundo a Organização Nacional da Indústria do Petróleo, nos próximos dez anos serão gerados 1,7 milhão de empregos no setor.

As contratações devem se concentrar nas regiões Sudeste e Nordeste, onde estão as principais reservas de petróleo e investimentos em refinarias, respectivamente. O Rio de Janeiro concentra 80% da produção de petróleo no Brasil.

As áreas que mais devem gerar vagas são: caldeiraria, soldagem, instrumentação, eletricidade, engenharia de planejamento, administração voltada para gestão de petróleo e gás e direito ambiental. As oportunidades são para todos os níveis: básico, técnico e superior.














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Por Roberto Pinho 24/10/2012

 

O mundo terá 25 milhões de carros a gás até 2019

 

O número de veículos movidos a gás natural em todo o mundo deverá crescer até 2019, indica o relatório da Pikes Research. O aumento será impulsionado, sobretudo, pelos altos custos da gasolina e do diesel e pelo baixo custo do gás. Outro fator que impulsionará este crescimento é que o GNV é menos poluente do que a gasolina e o diesel, o que fará com que governos que buscam reduzir as emissões de gases de efeito estufa optem pelo gás.

De acordo com o estudo, o mercado mundial de veículos leves a GNV crescerá de forma constante ao longo dos próximos sete anos, chegando a 3,2 milhões de veículos vendidos em 2019. Isso resultará em um total acumulado de 25,4 milhões de veículos leves a GNV na estrada em 2019.
Muitos governos têm promovido o crescimento do GNV, seja através da oferta de redução de impostos sobre os veículos e/ou por aumento do investimento em infraestrutura de reabastecimento", acrescenta Hurst.
O relatório intitulado “Light Duty Natural Gas Vehicles" analisa a oportunidade para GNV no mercado global de carros para passageiros e caminhões leves, fazendo uma avaliação abrangente do mercado atual.


Devem ser dados ênfase e incentivo também devido a dois pontos muito importantes:

GNV: O Combustível Ecológico
Pelas características descritas anteriormente, pode-se verificar que o uso de GNV tem importante papel na redução dos níveis de poluição atmosférica, uma vez que a sua combustão com excesso de ar tende a ser completa, liberando apenas dióxido de carbono(CO2) e água(H2O). Acrescente-se a isto o fato de que, por ser um combustível gasoso, possui um sistema de abastecimento e alimentação do motor isolado da atmosfera, reduzindo bastante as perdas por manipulação para abastecimento e estocagem.

Vantagens econômicas:
As vantagens técnicas mencionadas são rigorosamente relacionadas com as vantagens econômicas e com os problemas de manutenção dos veículos. A principal vantagem econômica diz respeito ao menor preço de comercialização do GNV se comparado com a gasolina e o álcool hidratado.





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Por Roberto Pinho 15/10/2012

 Mistura do etanol na gasolina deve voltar aos 25% em 2013


O MME recomenda a elevação do patamar de mistura do etano anidro na gasolina dos atuais 20% para 25%, a partir do início da próxima safra. “Existe um parecer técnico do Ministério para a elevação da mistura”, afirmou, em  (9/10), o diretor de Combustíveis Renováveis do MME, Ricardo Dornelles.

O diretor defendeu ainda a divulgação imediata dessa medida para dar previsibilidade ao setor, que já planeja a próxima safra. Segundo ele, o Conselho Interministerial do Açúcar e do Álcool (Cima, composto pelos ministérios da Agricultura, Fazenda, Desenvolvimento e Minas e Energia) estão cientes do parecer e o rito burocrático para mudança da mistura está sendo seguido.

A data exata proposta pelos técnicos do MME para o aumento do teor de etanol não foi divulgada por Dornelles. O diretor, contudo, indicou que a revisão do percentual da mistura deverá ocorrer entre maio e junho de 2013.

A retomada do patamar de 25% está no planejamento da Petrobras para o próximo ano, segundo o gerente-geral de Planejamento do Abastecimento da companhia, Arlindo Moreira Filho.
  


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Por Roberto Pinho 15/08/2012


Porto de Niterói, Estaleiros e as industrias de Óleo e Gás tem crescido para atender pré-sal e Comperj 


Situado na Baía de Guanabara, o Porto é fundamental para o escoamento de toda a produção do Rio. Em menos de sete anos, desde o seu arrendamento, ele  ostenta uma estrutura moderna de excelência, de comprovada dinâmica e com profissionais reconhecidamente qualificados. Soma-se a tudo isso, sua localização estratégica para atender demandas nas Bacias de Campos (RJ), Santos (SP) e Vitória (ES).  Pesquisa do Instituto IPEA de mostra que o Porto de Niterói ocupa a nona posição em todo o Brasil, com elevado valor agregado na média dos produtos movimentados, na base de 670 US$/t.
É uma expansão que caminha lado a lado com obras de infraestrutura e mais instalações.  Os prédios já existentes, antes deteriorados, foram recuperados e equipados com alta tecnologia.  O projeto do antigo prédio industrial do Moinho transformou-se em um prédio comercial para até 440 conjuntos de sala. No local, um grande condomínio está sendo instalado com empresas offshore e toda a cadeia de suplementos e serviços correlatos.
Para atender, em especial, a demanda do pré-sal, as obras de ampliação também chegaram ao terreno ocupado pela Escola Superior de Polícia Militar (ESPM) e Grupamento Aéreo Marítimo (GAM).  Em fevereiro do ano passado, a Companhia Docas, que é responsável pela área,  formalizou o pedido de devolução do terreno de cerca de 25 mil metros quadrados em poder da Polícia Militar, para realizar obras do projeto de ampliação da  Nitshore, uma das empresas arrendatárias do Porto de Niterói. 
Além da reforma e construção do porto de Niterói para abastecimento e escoamento de produtos, o Rio de Janeiro e Niterói tem tido ainda um aumento grande no numero de estaleiros e empresas de Óleo e Gás em atividade, o que certamente proporciona um aumento de pessoas com emprego formal.
Ao emprestar R$ 3,6 bilhões ao Governo do Rio, por meio do Banco do Brasil, para investimento em infraestrutura, a Presidente Dilma Rousseff , quando esteve  no Rio de Janeiro, defendeu a necessidade de capacitar a mão de obra e as indústrias brasileiras, principalmente no setor de petróleo e gás.
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Por Roberto Pinho 30/07/2012
 
Indústria naval vive excelente momento e Niterói pega carona. No local, já estão sendo construídas quatro embarcações de grande porte



Vivendo um dos seus melhores momentos, a indústria naval já colhe os frutos da descoberta de petróleo na camada do pré-sal. Segundo o Sindicato Nacional da Construção Naval (Sinaval), há 300 obras
acontecendo em todo o País. A expectativa é de que esse número chegue a 800. Entre as encomendas para atender a nova demanda de exploração, estão os 49 navios solicitados pela Transpetro.

Destes, 38 já estão licitados e 11 serão contratados futuramente. Quatro destas embarcações, do Programa de Modernização e Expansão da Frota da Transpetro (Promef) estão sendo construídas no Estaleiro Mauá, na Ponta da Areia, em Niterói.

O primeiro será entregue em junho.Trata-se da maior encomenda do estaleiro nos últimos 12 anos. Os demais estão programados para o ano que vem, com entrega prevista para os meses de abril, agosto e dezembro. Para dar conta das encomendas, o Mauá trabalha com 2 mil homens, em dois turnos.

Estaleiro recupera equipamentos que estavam fora de uso

De olho nesta demanda, o estaleiro recuperou dois guindastes de 35 toneladas e outros equipamentos que estavam fora de uso. Novas pontes rolantes de maior capacidade serão instaladas, acompanhando a necessidade de movimentação de peças e blocos. Também está previsto o aumento da área de fabricação de blocos.

O Mauá negocia ainda a aquisição de duas pontes rolantes de 50 toneladas, cada, e uma linha automatizada de fabricação de painéis que já chegou ao Brasil, entre outros equipamentos, que somam um investimento de R$ 30 milhões.

A Petrobras também participa ativamente das encomendas. A empresa solicitou 28 navios-sonda, que custam US$ 1 bilhão. Outras demandas do pré-sal são as plataformas. Oito já foram encomendadas para os estaleiros e este número pode ser multiplicado por 10, chegando a 80. Cada plataforma de produção custa, em média, US$ 1,5 bilhão. Todos os contratos existentes na área somam, hoje, US$ 6 bilhões.

Para o presidente da representação regional da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan Leste), Luiz Césio Caetano Alves, o pré-sal é muito importante para todo o Estado.

Plano diretor é criado com a chegada do pré-sal

A Secretaria Municipal da Indústria Naval de Niterói criou o Plano Diretor de Ordenamento e Viabilidade do Uso e Solo da Orla de Niterói para a Indústria Naval em Geral. O objetivo é promover um programa amplo de desenvolvimento para o município, visando os benefícios trazidos pelo pré-sal e PAC 2.

O ex-vereador e secretário municipal da Indústria Naval  Milton Carlos da Silva Lopes, o Cal, é autor da lei que reduz de 5% para 2% o Imposto sobre Serviços (ISS), com o objetivo de atrair mais empresas para Niterói.

O plano diretor inclui também empreendimentos industriais Naval e Offshore, náutico, turístico, cultural, de lazer e pesqueiro, buscando o crescimento do município. A ideia é orientar melhor o uso do solo na orla, incluindo o zoneamento e indicações e recomendações quanto ao melhor aproveitamento.


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Por Roberto Pinho 04/07/2012

Diesel poderá subir nos postos
Distribuidoras pretendem repassar aumento de preço do biodiesel, a média prevista é R$ 0,02 no litro.

Os usuários de veículos 
abastecidos com óleo diesel, a partir de 01/07, poderão pagar um aumento médio de R$ 0,02 (dois centavos) pelo litro do combustível.

A elevação do preço final do produto está sendo comunicada pelas distribuidoras aos donos de postos de combustível e refletem a alta no preço do biodiesel, segundo a Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes.
Segundo a Federação Nacional do Comércio de Combustíveis Lubrificantes (Fecombustíveis), a elevação nada tem a ver com o reajuste do preço do diesel na refinaria, anunciado pela Petrobras na semana passada. A Fecombustíveis lembra que, desde janeiro de 2010, todo diesel rodoviário comercializado no Brasil possui 5% de biodiesel, o chamado B5.
Em entrevista dada à Agência Brasil, o presidente da Fecombustíveis, Paulo Miranda Soares, ressaltou que o aumento de 3,4%, concedido na semana passada, para o diesel vendido em suas refinarias, não impactou o consumidor, tendo em vista que o governo federal zerou a alíquota relativa à Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide).
“Esse repasse médio de dois centavos decorre exclusivamente do aumento do óleo vegetal''.
Em junho, o combustível foi comercializado em média a R$ 2,029/litro na região Sul e R$ 2,178/l no Norte . No Sudeste, o diesel é vendido a um preço médio de R$ 2,016/litro e no Centro-Oeste a R$ 2,142/litro em média. O diesel mais barato é encontrado no Nordeste, com média de R$ 2,000/litro no posto.
Vale a pena ficar atento aos preços na hora do abastecimento para se evitar uma surpresa.


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Por Roberto Pinho 25/06/2012

Biogás na Reduc fica para setembro
Dificuldade no fornecimento de materiais adia entrega da produção do aterro de Gramacho (RJ)

 

A entrega da primeira carga de biogás do Aterro de Gramacho para a Refinaria de Duque de Caxias foi adiada e só deverá ocorrer em setembro. Anteriormente, o início do fornecimento já havia sido remarcado de abril para este mês e estava estimado em 18 mil m3/dia.
Biogás de Gramacho atenderá 70% da demanda da Reduc (Cortesia Petrobras )
Responsável pelo aterro, a empresa Nova Gramacho atribui o atraso à complexidade e instabilidade do terreno, que exigiu dutos com materiais mais flexíveis. A entrega do equipamento não ocorreu dentro de um prazo viável para atender ao cronograma de partida da unidade de transferência do metano para a refinaria.
O convênio para a utilização do biogás foi assinado entre a empresa e a Petrobras no início de 2010 e faz parte dos ajustes obrigatórios na Reduc para obter a renovação da Licença de Operação. Para utilização do gás na planta, foi necessária a construção de 5 km de dutos ligando o aterro à refinaria.
Com fornecimento previsto para atender 70% das necessidades da planta, o biogás substituirá o gás natural, que será redirecionado à rede da distribuidora CEG e disponibilizado aos consumidores do estado.
Fonte: Energia Hoje